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Fórum SCP - A Comunidade do Sporting Clube de Portugal Outros Assuntos Conversas de Café (Moderadores: Angel Lion, Stunner) Tópico:

Politica em Portugal

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Autor Tópico: Politica em Portugal (Lida 206439 vezes)

Re: Politica em Portugal , « Resposta #3580 em: Fevereiro 16, 2012, 01:11 »



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SAR D. Duarte Pio já é cidadão de Timor
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"O ser humano será o único animal que procura voluntariamente a servidão para se furtar ao dom que o distingue da restante criação: a inteligência." (Miguel Castelo Branco)


Re: Politica em Portugal , « Resposta #3581 em: Fevereiro 16, 2012, 14:01 »



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Visita de Cavaco a escola cancelada por “um impedimento”

O cancelamento da visita do Presidente da República, Cavaco Silva, à Escola Artística António Arroio, em Lisboa, deveu-se a “um impedimento” relacionado com a função presidencial, confirmou ao PÚBLICO o assessor da Presidência para a Comunicação Social, José Carlos Vieira.


 Sem querer dar qualquer outro tipo de explicação, este responsável adiantou, no entanto, que ficou acordado que os secretários de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida e do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, que iam acompanhar o Presidente, iriam realizá-la mesmo sem a presença de Cavaco Silva. Além destes dois governantes, a visita foi acompanhada pela assessora do Presidente para a Educação, Suzana Toscano. Inicialmente prevista para as 10h30, esta realizou-se no novo formato a partir das 11 horas.

Questionado sobre se foi avaliado existir um problema de segurança nesta visita pelo facto de estar a decorrer uma manifestação de estudantes em frente ao portão da escola, o assessor presidencial limitou-se a dizer não ter indicação de haver qualquer problema de segurança.

Dezenas de alunos estavam pelo menos desde as 10h concentrados em frente ao portão da escola António Arroio à espera da chegada de Cavaco Silva – inicialmente a Presidência da República não deu qualquer explicação sobre o cancelamento.

De acordo com a TSF, os alunos queixam-se da inexistência de um refeitório nesta escola que serve 1200 alunos e que são obrigados a comer no chão à porta do estabelecimento escolar, mas protestam também pelo fim do passe escolar.

Segundo tinha afirmado à Lusa Carlos Carolino, o elemento da Polícia de Segurança Pública que estava no local a comandar as operações, o cancelamento da visita verificou-se cerca de meia hora depois da hora prevista para o seu início.

Não havia gasolina Questão
já estamos a meio do mês


A Maria abriu uma conserva fora de prazo Questão
O Sr. Presidente estava com um "desarranjo intestinal"


Alguém disse ao presidente que os "putos" estavam-se a queixar de não haver refeitório Questão
Se a escola não tem refeitório a funcionar, o presidente, como é óbvio, foi comer noutro lado, à sopa dos Pobres.



Por falar em Sopas dos Pobres

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Pobres passam a ter acesso a refeições take away em 950 cantinas em todo o país


Em tempo de "emergência social", os apoios do Estado às cantinas sociais vão aumentar. A ideia é que as pessoas em situação de pobreza, que querem manter o anonimato e hesitam em frequentar a tradicional "sopa dos pobres", possam levar para casa refeições já confeccionadas, gratuitas. Para tal, o Governo prevê transferir 50 milhões de euros por ano para 950 instituições, em todo o país.




 Segundo dados fornecido pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social, eram apoiadas, até agora, apenas 62 cantinas sociais, o que representava um financiamento anual de 2,7 milhões de euros.

O acordo assinado no mês passado com as instituições particulares de solidariedade social, misericórdias e mutualidades já previa que as instituições que reunissem condições para a confecção de refeições pudessem, "maximizando os recursos existentes", fazer parte de uma rede solidária de cantinas sociais, a definir. O objectivo não era construir mais cantinas. Era rentabilizar as que já existem.

Hoje, o ministro da Solidariedade e Segurança Social deverá anunciar mais detalhes sobre esta rede. Mas, no essencial, o que se pretende é isto: creches, por exemplo, que já têm cantinas para o seu público-alvo directo (as crianças) poderão passar a confeccionar mais refeições e a disponibilizá-las para fora, para pessoas com carências económicas. O mesmo acontecerá noutras cantinas existentes noutros equipamentos, como lares.

Caberá às instituições definir quem tem acesso às refeições take away. E distribuí-las, assegurando a confidencialidade de quem as requer. "O que importa é que a ajuda chegue a quem precisa", faz saber o ministério de Pedro Mota Soares.

Outra das medidas previstas no acordo com o terceiro sector é a criação de uma linha de crédito de 50 milhões de euros, destinada a instituições sociais em dificuldades. Ontem, Mota Soares garantiu que ainda este mês o dinheiro chegará às instituições. "No final de Janeiro recebemos as últimas candidaturas", disse, citado pela agência Lusa, à margem do congresso de comemoração dos 20 anos da Associação Empresarial da Região de Lisboa.

Hoje, o ministro vai à Comissão parlamentar da Segurança Social, na sequência de requerimentos do BE e do PCP que exigiram explicações sobre cortes nas pensões a cerca de 15 mil pessoas. Uma situação que o ministro tem justificado como sendo resultado da aplicação da lei e que abrange pessoas com duas pensões.


O Governo empurra para a caridade aqueles que atirou para o desemprego retirando-lhes o emprego, o subsídio de desemprego, as pensões, os salários, afogando o povo em impostos e cortes e mais cortes... E agora dá-lhes um côdea de pão. Que caridosa é esta classe política.

Enquanto isso

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Venda do BPN vai agravar défice deste ano em 600 milhões

 A venda do banco ao BIC tinha de ser concluída até ontem para entrar nas contas de 2011. É mais uma dor de cabeça para Vítor Gaspar.

A privatização do BPN deverá ser responsável pela primeira derrapagem na execução orçamental de 2012: o Estado vai ter que registar nas contas deste ano os 600 milhões de euros que se comprometeu a injectar no banco, antes de o vender ao BIC. De acordo com a lei orçamental, o pagamento dessa despesa tinha que ser feito até ao dia de ontem, para poder entrar nas contas do ano passado.
 
O Governo tinha apontado 15 de Fevereiro como a data indicativa para fechar a privatização do BPN. E não foi à toa. É que de acordo com o artigo 78 do Orçamento do Estado 2011, podem ser inscritas nas contas do ano passado "despesas cujo pagamento seja realizável até 15 de Fevereiro de 2012, desde que a obrigação para o Estado tenha sido constituída até 31 de Dezembro de 2011 e seja nessa data conhecida ou estimável a quantia necessária para o seu cumprimento".
 
E, de facto, a obrigação foi registada em Dezembro pela Direcção Geral do Orçamento (DGO). Em Janeiro, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), referindo-se ao boletim de execução de Dezembro, alertou para riscos decorrentes de 600 milhões de euros em "dotações de capital a instituições de crédito". Questionado no Parlamento, o secretário de Estado do Orçamento, Luís Morais Sarmento, confirmou que o valor dizia respeito ao BPN.


Nacionalizamos um crime económico efectuado pela ala-dura do PSD com a benção do PS.

Onde anda o Dias Loureiro e os restantes?
« Última modificação: Fevereiro 16, 2012, 14:18 por piberman » Registado

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14/12/2005 memorável, joguei no relvado do Estádio de Alvalade.
Re: Politica em Portugal , « Resposta #3582 em: Fevereiro 16, 2012, 22:20 »



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Nova greve geral marcada pela CGTP para dia 22 de Março.

Quando será que marcaram um dia de trabalho geral?  Bater Cabeça
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3583 em: Fevereiro 16, 2012, 22:31 »



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Ó Aníbal! onde estás tu *omem?



* nem todos têm agá.
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É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010
Re: Politica em Portugal , « Resposta #3584 em: Fevereiro 16, 2012, 22:35 »



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Nova greve geral marcada pela CGTP para dia 22 de Março.

Quando será que marcaram um dia de trabalho geral?  Bater Cabeça
Se não sabes ficas a saber:
No âmbito do tal acordo para o «crescimento e competitividade» vamos passar a poder trabalhar até 12 horas por dia durante 3 meses sem receber um tostão a mais.

Pelos vistos 12 horas não te chegam, terá de ser 1 dia inteiro Positivo!

edit: entretanto fiquei na dúvida se são 12 ou "só" 10 horas seguidas...
« Última modificação: Fevereiro 16, 2012, 22:46 por LISBON1906 » Registado


The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
Re: Politica em Portugal , « Resposta #3585 em: Fevereiro 16, 2012, 23:19 »



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Se o facto de teres que trabalhar 10h ou 12h (são 10h), preservar o teu posto de trabalho, não o vais fazer? Mesmo sem remuneração.
 Acho que se os trabalhadores por conta de outrem estão chateados ou revoltados, podem sempre tentar ser empresários, colocarem-se do outro lado.
 Não sou empresário e digo, se tiver que trabalhar 10h para garantir o meu posto de trabalho, se tiver que dar 200% durante x tempo para salvar a empresa onde trabalho, não duvides que o irei fazer!
 Agora também é verdade, há um aproveitar desta situação por parte de muitos empresários. É o outro lado desta medida, mas isso está nos trabalhadores e a relação que têm com os seus patrões. Essas situações podem e devem ser denunciadas!

 A greve geral provoca mais constrangimentos do que a defesa dos direitos dos trabalhadores. É um direito, é certo, mas discordo nesta altura marcarem MAIS uma greve geral. É porque é mais uma greve geral, não uma greve geral.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3586 em: Fevereiro 17, 2012, 10:31 »



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O melhor mesmo será trabalhar, 24h sobre 24h.

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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3587 em: Fevereiro 17, 2012, 10:41 »



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Não sejas piegas, pah!

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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3588 em: Fevereiro 17, 2012, 10:42 »



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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3589 em: Fevereiro 17, 2012, 11:02 »



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Não sejas piegas, pah!

 Smiley

Se ganhasse, 2000/mês fazia as 10h diárias numa boa mas como o que me espera são 600€, não. Nunca.
(ahh e convém conseguir arranjar emprego)

Piegas com muito orgulho.

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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3590 em: Fevereiro 17, 2012, 11:54 »



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Se o facto de teres que trabalhar 10h ou 12h (são 10h), preservar o teu posto de trabalho, não o vais fazer? Mesmo sem remuneração.
 Acho que se os trabalhadores por conta de outrem estão chateados ou revoltados, podem sempre tentar ser empresários, colocarem-se do outro lado.
 Não sou empresário e digo, se tiver que trabalhar 10h para garantir o meu posto de trabalho, se tiver que dar 200% durante x tempo para salvar a empresa onde trabalho, não duvides que o irei fazer!
 Agora também é verdade, há um aproveitar desta situação por parte de muitos empresários. É o outro lado desta medida, mas isso está nos trabalhadores e a relação que têm com os seus patrões. Essas situações podem e devem ser denunciadas!

 A greve geral provoca mais constrangimentos do que a defesa dos direitos dos trabalhadores. É um direito, é certo, mas discordo nesta altura marcarem MAIS uma greve geral. É porque é mais uma greve geral, não uma greve geral.


Reconheces que os empresários se andam a aproveitar desta situação, mas queres na mesma que os outros andem a trabalhar de borla? Depois afirmas que irás trabalhar de borla e que quem não estiver contente passe a ser empresário para ver como elas mordem. Balelas...Ou queres orientar o empréstimo do banco? É que se houver empréstimo, também passo já a ser empresário.

Eu tenho uma solução mais fácil, deixem os trabalhadores tomar conta das empresas, e vais ver como não faz faltar andar a trabalhar de borla, nem fazer greves. Engraçado como os lucros dos empresários estão sempre a subir, para os ricos nunca há crise...Nem para os ricos nem para os scabs fura-greves.


Esqueceste um pequeno pormenor. Muitos do que agora fazem greve já trabalharam mais na vida deles que 95% das pessoas da tua geração (avaliar por essa tua foto toda catita). Ainda por cima uma pessoa que vive no Funchal, ou seja, mais um que vive a conta do que roubam aos cubanos que trabalham e pagam impostos no continente. Resumindo, tu não te contentas em viver a pala dos que trabalham no continente e ainda queres que trabalhem mais umas horas de graça...Espera lá que os cubanos vão já cair nessa tua esperteza.


Quando é que o PSD-Madeira marca um dia para acabar com a chulice do continente? Quando é que marcam um dia para acabar com a corrupção  que vai aí pela tua ilha? Quantas empresas há aí no Funchal que são só para Inglês ver? Quantas são? 

E taxas moderadoras, pagas?

Pois é! Assim não me admira nada que estejas contra quem faz greve. Nós, os que pagamos para que a tua ilha seja o Jardim do Atlântico é que estamos a ficar um pouco fartos da roubalheira. Juntem-se aos EUA, falem com o Obama, pode ser que consigam mover a ilha ali para o pé de Miami...

Os apoiantes do PSD-Madeira fazem um paraíso fiscal para que os ricos fujam aos impostos mas depois vivem a conta dos impostos pagos por quem trabalha, embora continuem a deixar muitos dos teus conterrâneos na pobreza.

Que benefícios tiras tu do paraíso fiscal do Sr. AJJ? Ou também pertences a máfia ou não tiras benefícios nenhuns e devias querer que todos paguem a sua parte dos impostos.

Podias era começar a pensar um bocadinho antes de vir para aqui jurar amor eterno ao teu patraozinho. Se tu queres trabalhar de borla, é lá contigo. Olha, faz assim, começas uma dessas empresas fantasma aí na Madeira, passas a ser empresário (com o dinheiro dos outros, como quase todos os empresários) e depois já podes trabalhar de borla...

Faz-me só um favor, antes de responderes, clicka nas palavras verdes e lê os respectivos textos.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3591 em: Fevereiro 17, 2012, 12:38 »



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Respondendo, por agora, apenas à parte que toca à Madeira.

 

Esqueceste um pequeno pormenor. Muitos do que agora fazem greve já trabalharam mais na vida deles que 95% das pessoas da tua geração (avaliar por essa tua foto toda catita). Ainda por cima uma pessoa que vive no Funchal, ou seja, mais um que vive a conta do que roubam aos cubanos que trabalham e pagam impostos no continente. Resumindo, tu não te contentas em viver a pala dos que trabalham no continente e ainda queres que trabalhem mais umas horas de graça...Espera lá que os cubanos vão já cair nessa tua esperteza.

Para comprovar de como a Madeira não vive à pala do Continente, peço que leias o orçamento regional de 2011, aqui: http://srpf.gov-madeira.pt/droc/orcament.../ORAM2011PROP/Apresentacao_ORAM_2011.pdf
Sim, contribuem com 19.2% para o orçamento. Queres que te diga o número de empresas que têm negócios cá na região e que pagam os seus impostos no Continente? Sonae, Pingo Doce, PT, CTT, BES, CGD, BPI, queres que continue? Não achas que o que o Governo da República transfere para cá é justo? Na Constituição Portuguesa, e como gostas de te informar vais consultar, entre muitas coisas diz que o Governo da República é responsável pela Saúde e Educação das regiões autónomas. Sabes qual foi a verba que foi transferida para essas duas grandes áreas? ZERO.

Quanto o Centro Internacional de Negócios, a Zona Franca, é verdade, é importante para nós. Dependemos imenso disso. Se concordo com o encerramento dela? Não concordo, concordo sim com a definição de regras mais claras. A UE tem outras zonas francas, porque razão teremos nós de ser diferentes? Quanto a empresas falsas que por lá estão, sabes que a CGD estava lá presente? Sabes que o BES estava lá presente? Como verás, se fores pesquisar, são empresas sediadas no Continente. AH! Não tiro benefícios fiscais da Zona Franca.

Quanto às taxas moderadores, defendo há imenso tempo que temos que ser utilizador/pagador. Não só na Saúde como também em outras áreas. Se utilizamos, pagamos.

Continuas achar que são vocês a pagar as nossas dívidas? Teremos agora um empréstimo do Governo da República, que cobrará juros altos, que vamos pagar até ao último tostão. Temos austuridade a dobrar cá na Região, mas novamente digo, nós vamos pagar.

Não esquecer que somos território português, temos os mesmos direitos que todo o cidadão português.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3592 em: Fevereiro 17, 2012, 12:41 »



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Se ganhasse, 2000/mês fazia as 10h diárias numa boa mas como o que me espera são 600€, não. Nunca.
(ahh e convém conseguir arranjar emprego)

Piegas com muito orgulho.



Eu sou dos que ganham 600€ por mês. E ainda participo num projecto de solidariedade social e colabora, de forma gratuita, com outra instituição.
 Pieguisses não é comigo, desculpa.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3593 em: Fevereiro 17, 2012, 13:00 »



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Se o facto de teres que trabalhar 10h ou 12h (são 10h), preservar o teu posto de trabalho, não o vais fazer? Mesmo sem remuneração.
 Acho que se os trabalhadores por conta de outrem estão chateados ou revoltados, podem sempre tentar ser empresários, colocarem-se do outro lado.
 Não sou empresário e digo, se tiver que trabalhar 10h para garantir o meu posto de trabalho, se tiver que dar 200% durante x tempo para salvar a empresa onde trabalho, não duvides que o irei fazer!
 Agora também é verdade, há um aproveitar desta situação por parte de muitos empresários. É o outro lado desta medida, mas isso está nos trabalhadores e a relação que têm com os seus patrões. Essas situações podem e devem ser denunciadas!

 A greve geral provoca mais constrangimentos do que a defesa dos direitos dos trabalhadores. É um direito, é certo, mas discordo nesta altura marcarem MAIS uma greve geral. É porque é mais uma greve geral, não uma greve geral.


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O trabalho e uma troca entre ti e a tua empresa. Tu trabalhas ela paga-te. Se tu nao trabalhares ela nao te paga. Portanto jamais em tempo algum irei trabalhar de borla para nenhuma empresa.

No entanto participo em algumas organizaçoes sem fins lucrativos, e dou o tempo que tenho disponivel gratuitamente. Porque ninguem esta a ganhar dinheiro com o meu trabalho.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3594 em: Fevereiro 17, 2012, 13:12 »



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E continuando na minha resposta ao Yazalde70.

"Estado espatifou no BPN cerca de 6 mil milhões de euros para cobrir um buraco calculado em 3 mil milhões e assegurar outras garantias que o banco precisava."
"Buracos das SCUTs previstos para os próximos anos: mais de 25 mil milhões de euros"
"Buraco das PPP previstos para os próximos anos: mais de 45 mil milhões de euros."

 Dívida da Madeira: 5.800 milhões de euros.

Como podes ver, há dívidas que incomodam mais o País que propriamente a Madeira. E de salientar que todas essas dívidas (SCUTs e PPP) os madeirenses não usufruem, mas pagaram na mesma!

Tens razão que há imenso tráfico de influências cá na Região, é verdade e todo o madeirense sabe-o. Esse enriquecimento por parte de muitas figuras ligadas ao PSD Madeira, serviram para que o AJJ se mantivesse no poder tanto tempo. Agora, quantos enriqueceram à pala do Governo da República? Quantos empresários ficaram ricos de um para o outro com negociatas patrocinadas pelo Governo da República?

Abriu-se uma guerra contra a Madeira, que não vejo qual a necessidade disso. Aqui sofremos tanto, ou mais, a "crise" quando comparado com os do continente. Não esquecer a insularidade. Eu estudei no continente (e nem falo das dificuldades que passam um estudante madeirense no continente), tenho a noção do que é viver desse lado, e o que é viver cá.
Temos um custo de vida muito mais elevado, virtude de termos o 3º maior PIB do país, mas mesmo assim é difícil de compreender.

Um aparte! (imagina quanto gasto para assistir a um jogo do Sporting em Alvalade, adepto sportinguista madeirense sofre!!)
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3595 em: Fevereiro 17, 2012, 13:23 »



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O trabalho e uma troca entre ti e a tua empresa. Tu trabalhas ela paga-te. Se tu nao trabalhares ela nao te paga. Portanto jamais em tempo algum irei trabalhar de borla para nenhuma empresa.

No entanto participo em algumas organizaçoes sem fins lucrativos, e dou o tempo que tenho disponivel gratuitamente. Porque ninguem esta a ganhar dinheiro com o meu trabalho.

Cada qual sabe que género de patrão tem. Se há uns que merecem que trabalhemos mais umas horas, recebendo o mesmo por isso, já outros não merecem que trabalhemos mais um minuto. Está na consciência de cada um. Por isso é que disse que há bons patrões que valorizam, como também há outros que exploram. Aos que exploram, podemos sempre participar, reinvidicar os nossos direitos.
 Agora se acho que uma greve geral vá resolver o quer que seja, não acho. E como eu, pensam outras organizações sindicais que não apoiam a greve geral da CGTP - que foi marcada para o seu novo secretário-geral mostre trabalho.
 Fazes tu muito bem em dar um contributo ao lado social da sociedade, eu faço o mesmo.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3596 em: Fevereiro 17, 2012, 14:05 »



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O trabalho e uma troca entre ti e a tua empresa. Tu trabalhas ela paga-te. Se tu nao trabalhares ela nao te paga. Portanto jamais em tempo algum irei trabalhar de borla para nenhuma empresa.

No entanto participo em algumas organizaçoes sem fins lucrativos, e dou o tempo que tenho disponivel gratuitamente. Porque ninguem esta a ganhar dinheiro com o meu trabalho.

Cada qual sabe que género de patrão tem. Se há uns que merecem que trabalhemos mais umas horas, recebendo o mesmo por isso, já outros não merecem que trabalhemos mais um minuto. Está na consciência de cada um. Por isso é que disse que há bons patrões que valorizam, como também há outros que exploram. Aos que exploram, podemos sempre participar, reinvidicar os nossos direitos.
 Agora se acho que uma greve geral vá resolver o quer que seja, não acho. E como eu, pensam outras organizações sindicais que não apoiam a greve geral da CGTP - que foi marcada para o seu novo secretário-geral mostre trabalho.
 Fazes tu muito bem em dar um contributo ao lado social da sociedade, eu faço o mesmo.
E quando essa exploração está institucionalizada de tal forma que pelas leis não é considerada exploração?
Não é só na figura da escravatura que existe exploração. É exploração quando não és remunerado de forma justa por aquilo que produzes.
É exploração quando o Soares dos Santos ou o Belmiro têm tanto dinheiro apenas e só à custa do trabalho dos outros.
É exploração quando eles para terem tantos milhões pagam tão pouco aos seus empregados.
É exploração quando eles até podiam pagar o dobro que mesmo assim manter-se-iam riquíssimos. E não era nada que os seus trabalhadores não merecessem. Pois se com o que produzem os seus patrões ganham tanto, é porque estão a ser mal pagos em relação à sua produção.

Com isto, não estou a dizer que os patrões não devam enriquecer. Aliás, é por isso que investem na criação de empresas ou de postos de trabalho. Agora, podiam explorar um pouco menos, pagando mais aos seus empregados e dando partes dos lucros da empresa de forma a que os empregados vejam que quando mais e melhor trabalharem, mais receberão e mais benefícios terão.

Lembro-me de uma reportagem de há pouco tempo numa empresa qualquer de venda que componentes eléctricos (se bem me lembro) ali no distrito de Setúbal, em que o patrão de 3 em 3 meses distribuiu parte dos resultados na empresa no trimestre pelos seus trabalhadores. Segundo o que ele dizia, essa distribuição era praticamente um ordenado inteiro. Para além dos empregados terem outros benefícios como medicina no trabalho, massagens, infantário, etc.
E qual a reacção dos trabalhadores dessa empresa? Quando é necessário o patrão não precisa de pedir horas extraordinárias: os empregados oferecem-se. Segundo o patrão, na maioria das vezes tem mais ofertas para essas horas extraordinárias do que é necessário.

É a tal coisa: valorizem-me e valorizem o meu trabalho que eu trabalharei de bom grado. Explorem-me e só darei aquilo a que sou obrigado.
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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3597 em: Fevereiro 17, 2012, 14:18 »



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O Chown preferiu ignorar os links da Mondragon Corporation como alternativa a greves...É sempre assim, qualquer coisa que soe a pessoas que se sabem organizar (desde 1956 e com 83,859 milhares de trabalhadores em mais de 256 empresas e a ganhar melhor que os seus colegas subordinados aos amuos do patrão) sem ter a frente um capataz, é sempre para ignorar, não vá a coisa pegar e depois lá terá o patrãozinho que fazer um dia de trabalho honesto como os outros.

 



Então o continente paga 19% do orçamento da Madeira e tu ainda achas pouco. Ou seja, cada 10kms de estrada feita pelo AJJ, 2kms foram pagos pelos grevistas do continente, enquanto os restantes 8kms são pagos por quem trabalha na Madeira. Os senhores empresários da "zona franca" não pagam nada porque também não há empregados nas "empresas-fantasma" que precisem de usar a estrada. É esse o teu raciocínio? Achas bem assim? Tens que me explicar é a razao da "zona franca" ser boa para a Madeira...Explica lá isso que fiquei curioso.

Já vi que tu ainda andas iludido pelas medidas neoliberais. Como é possível querer que uma família pobre ainda vá pagar taxas moderadoras. Explica lá o que irias fazer quando uma família não tiver dinheiro para pagar a taxa moderadora correspondente ao tratamento de uma criança doente...Aposto que os mandavas para casa. Pensa lá bem nos problemas que tais medidas iriam acarretar num futuro próximo.

Como essa de querer paraísos fiscais na Madeira somente porque os há em Londres ou nas ilhas do Canal da Mancha. Será que uma pessoa tão elucidada como tu não compreende que as tais "zonas francas" ou "off-shores" só fazem é mal ao países onde estão sediadas as empresas que fogem ao fisco?

Já só falta vires defender os que se piram para a Holanda com o nosso dinheiro.

E digo-te mais. Essa ideia de que as pessoas querem sempre menos impostos não é verdade, como podes comprovar na seguinte sondagem feita em Inglaterra, embora eu aposte que em Portugal o resultado seria o mesmo.

É por estas mesma razoes que se fazem greves, para que os respectivos governos tomem nota daquilo que a maioria quer. Eu também seria contra as greves se os governos cumprissem a risca os seus programas eleitorais, mas como tal nunca acontece, é natural que os trabalhadores se revoltem e protestem de forma pacifica.

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62% Britons would increase taxes on wealthiest;  42% would keep 50p in £1 tax band at £150,000

The majority of Britons favour an increase in personal tax allowance, saying that workers should not pay tax on the first £10,000 of their earnings, our poll shows. Most also say that Chancellor George Osborne should not abolish the raised rate of income tax for people earning over £150,000 a year.

The results come in response to the recent push by Deputy Prime Minister Nick Clegg for Osborne to raise personal income tax allowance sooner, in order to boost household budgets. Clegg has proposed that extra taxes on the richest in society would make up for an increase on personal tax allowance.

    83% support an increase on personal tax allowance, so that people do not pay tax on the first £10,000 of their earnings, 8% oppose the increase
    68% say that George Osborne should not abolish the 50p rate of income tax for people earning over £150,000, 19% say he should abolish it and keep the rate at 40p
    42% say the threshold for the 50p rate of tax should be kept at £150,000 per year
    39% think the 50p threshold should be lowered to £100,000
    62% feel that taxes on the wealthiest people in the UK should be increased, while over a quarter (26%) think they should be kept at their current levels, and only 5% feel they should decreased

Clegg has also pushed for a controversial new 'Mansion Tax' which would impose a levy on properties valued at more than £2 million.

    66% of Britons would support a new tax upon people with houses worth more than £2 million, while 19% are opposed to this 'Mansion Tax'
    While 50% would support a new tax upon people with houses worth more than £1 million, and a full 35% are opposed

Nick Clegg has justified his argument by explaining that due to economic pressures, the tax system should be reformed to reward and encourage ordinary people to drive growth.  'This rebalancing will necessitate reform across the tax system, so that those who are better off, or who act in ways that damage our environment, pay their fair share' he said.  

Chancellor George Osborne has been amenable to raising the pre-tax allowance previously, as shown in his 2012 Budget in which the allowance increased from £6,475 to £7,475.The allowance is also set to rise to £8,105 come this April. However, moves towards Clegg's suggested £10,000 figure are proving more controversial as cuts and related austerity measures continue, in a climate in which Britain has recently been threatened with losing its AAA credit rating.

Robin Williamson from the Low Incomes Tax Reform Group has also explained that the standard of living may not rise as a result of a Personal Tax reform in any case. Much of the extra money earned by families after the personal tax increase, he says, could be lost through lower benefits, which are often based on after-tax earnings.



Artigo publicado aqui


« Última modificação: Fevereiro 17, 2012, 14:23 por Yazalde70 » Registado

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Re: Politica em Portugal , « Resposta #3598 em: Fevereiro 17, 2012, 14:30 »



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Quanto às estradas que tu referes, as contas são: 8km pagos pela UE (fundos), os restantes 2% pela Região. Não acho muito, nem acho pouco - não te esqueças que somos uma região ultraperiférica portuguesa. PORTUGUESA. Não concordas que o Estado deva comparticipar no orçamento de estado regional?

Quanto à zona franca, logo apresento-te as vantagens.

Quanto às taxas moderadores: como disse defendo o utilizador/pagador. Porém, há que ter a consciência dos que podem pagar, como também dos que não podem pagar. Há mecanismos para comprovar essa situação, e começam-se a dar uns passos nessa direcção. Mas também te digo, sabes qual é o grande problema que o estado tem que enfrentar? É o estado social e a sua sustentação!

Não disse em ponto algum que as pessoas pagam mais ou menos impostos. Disse que a austeridade cá é a dobrar!
Exemplos: Aumento de 6% na taxa máxima do IVA. Aumento de 21% do preço dos combustíveis.
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ESFORÇO. DEDICAÇÃO. DEVOÇÃO. GLÓRIA. :::::::: Quem é do SPORTING desde SEMPRE, é do SPORTING para SEMPRE.
Re: Politica em Portugal , « Resposta #3599 em: Fevereiro 17, 2012, 14:56 »



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Nao.

O trabalho e uma troca entre ti e a tua empresa. Tu trabalhas ela paga-te. Se tu nao trabalhares ela nao te paga. Portanto jamais em tempo algum irei trabalhar de borla para nenhuma empresa.

No entanto participo em algumas organizaçoes sem fins lucrativos, e dou o tempo que tenho disponivel gratuitamente. Porque ninguem esta a ganhar dinheiro com o meu trabalho.

Cada qual sabe que género de patrão tem. Se há uns que merecem que trabalhemos mais umas horas, recebendo o mesmo por isso, já outros não merecem que trabalhemos mais um minuto. Está na consciência de cada um. Por isso é que disse que há bons patrões que valorizam, como também há outros que exploram. Aos que exploram, podemos sempre participar, reinvidicar os nossos direitos.
 Agora se acho que uma greve geral vá resolver o quer que seja, não acho. E como eu, pensam outras organizações sindicais que não apoiam a greve geral da CGTP - que foi marcada para o seu novo secretário-geral mostre trabalho.
 Fazes tu muito bem em dar um contributo ao lado social da sociedade, eu faço o mesmo.

Nao tem apenas haver com o patrao. Alias na maioria das empresas as pessoas que la trabalham nem fazem ideia quem e o patrao, nunca o viram.
E no meu caso posso-te dizer nao tenho problema algum, alias trabalho numa empresa onde e reconhecido o valor de cada trabalhador, com avaliaçoes justas e feitas por pessoas que trabalham directamente contigo, e com objectivos traçados por ti e a pessoa responsavel pelo departamento.
Agora ha que separar e as coisas, se por algum erro meu, algo correr mal, nem que fique 24 horas acordado enquanto o erro nao estiver resolvido nao descanso, agora por outro motivo qualquer nao, e isso esta bem claro na relaçao que sempre tive com a empresa e ja la vao 4 anos, e uma promoçao.

Trabalhar de borla para uma empresa e algo que estara em toda a minha vida fora de questao.
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