Política Nacional

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Aquele parolo descarado a chamar piegas ao português que está a ser massacrado à força bruta pela m**** da sua "politica" de estrangulamento de tudo o que mexe em Portugal, menos as coutadas do poder.
Altamente ofensivo e revelador da categoria daquele bicho. Se alguém ainda tivesse dúvidas.
QUERO    UM   SPORTING
CREDÍVEL  -  LIMPO  -  AMBICIOSO
Agora vem dizer que os políticos são mal pagos, não é oportuno a discussão diz ele. Não há de faltar muito para ser transferido dinheiro do ordenado do Zé Povinho para esses pé rapados.
« Última modificação: Fevereiro 09, 2012, 22:39 pm por Stunner »
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade.

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
O Lisbon1906 adiantou-se...Vinha cá deixar a mesma imagem, mas assim poupas-me o trabalho!  :great:


Um gajo às vezes nem se apercebe do que se está a passar  ??? ???

Mas o problema disto tudo é que, quando o governo mudar, a coisa vai ser a mesma: jobs for the boys, tachos em todo o lado, toneladas de dinheiro gastas em luxos para os pobrezinhos dos políticos que até recebem mal e tudo, etc.

Se as pessoas começassem a dispersar mais o voto (e não focar só no PS/PSD), o parlamento ia ser obrigado a fazer política e já não podiam brincar mais aos políticos (sim, porque quem está atento ao que se passa no parlamento dá logo conta da palhaçada que aquilo é). Se fosse preciso um "SIM" ou "NÃO" de 4 ou 5 partidos diferentes para aprovar/rejeitar propostas, se calhar as coisas funcionavam bem melhor...


Citar
Há coisas na vida que nunca mudam, a nobreza de carácter é uma delas, ou se tem, ou não. Por mais “riqueza” que ostentem, os pobres de espírito sempre o serão. O complexo de inferioridade demonstrado por todas estas atitudes é totalmente incompatível com um clube que para além de títulos quer ser grande, pois a grandeza é muito mais do que o vencer. A grandeza é vencer, é saber vencer, é saber perder, é saber estar, algo que não está ao alcance de todos.

O Sporting Clube de Portugal,
Lisboa, 28 de Outubro de 2013
“no small number of these whaling seamen belong to the Azores, where the outward bound Nantucket whalers frequently touch to augment their crews from the hardy peasants of those rocky shores.”
Herman Melville - Moby Dick
Ai se o PPC e o Tio Gaspar tomam conhecimento disto...


Proposta de reforma aos 75 anos na Suécia provoca polémica
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=536749


"O ser humano será o único animal que procura voluntariamente a servidão para se furtar ao dom que o distingue da restante criação: a inteligência." (Miguel Castelo Branco)
 «Coligação governamental grega expulsa 43 deputados que se opuseram à "troika"»
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2300880

No PS, PSD e CDS não se corre este risco.

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
 «Coligação governamental grega expulsa 43 deputados que se opuseram à "troika"»
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=2300880

No PS, PSD e CDS não se corre este risco.


Mas alguma vez há democracia ou quer que isso seja, numa situação catastrófica como aquela em que vive a Grécia?


"O ser humano será o único animal que procura voluntariamente a servidão para se furtar ao dom que o distingue da restante criação: a inteligência." (Miguel Castelo Branco)
Ai se o PPC e o Tio Gaspar tomam conhecimento disto...


Proposta de reforma aos 75 anos na Suécia provoca polémica
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=536749

Não foi bem uma proposta, mas sim uma reflexão mais ou menos informal.

Seja como for, o eventual aumento da idade da reforma está a ser mais ou menos aceite por cá. Ainda no outro dia passaram os estudos suecos mais recentes que demonstram que o aumento da natalidade + entrada de emigrantes juntos não vão chegar para manter o ratio população activa / crianças, adolescentes + idosos e sobre o qual assentam as previsões das reformas, etc no estado sueco. A única alternativa é alterar as fronteiras do que se considera criança/adolescente ou idoso, e já se constatou que é possível manter o ratio se, por exemplo, a idade de reforma for progressivamente aumentada para os 68 anos até 2055. É sobre dados deste género que tem assentado o debate por cá.
Eu não sei como é possível não existir um estudo de um modelo de sistema de segurança social, auto-sustentável ou próximo disso, que possa ser implementado mesmo que a entrada nele seja feita de uma forma gradual.

Eu não sei como é possível não existir um estudo de um modelo de sistema de segurança social, auto-sustentável ou próximo disso, que possa ser implementado mesmo que a entrada nele seja feita de uma forma gradual.



"Eles" vão fazer tudo para que a segurança social caia, são é macacos, fazem-no aos poucos. A bomba relógio mais recente é a passagem do fundo de pensões da banca para a S.S. existe ainda a intenção de reduzir a taxa social única.
Vais vê-los daqui a uns tempos falar nas insustentabilidade da seg social para nos lixarem de novo, é assim que o têm feito:hand:

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
Eu não sei como é possível não existir um estudo de um modelo de sistema de segurança social, auto-sustentável ou próximo disso, que possa ser implementado mesmo que a entrada nele seja feita de uma forma gradual.



Estudos existem, e não são poucos. Dados também, até porque os problemas que a SS enfrenta não são de todo diferentes das restantes SS europeias, neste país um pouco mais agravados dado o envelhecimento mais acentuado da população.

O problema é que a alteração da SS é discutida de forma populista em Portugal, logo chovendo termos como neoliberalismo, vender a Segurança Social aos privados, etc, isto tudo enquanto a reforma das gerações vindouras vai sendo sacrificada.

A Segurança Social pode até permanecer inalterada, mas isso significará reduzir consideravelmente o valor das pensões, algo que os populistas do BE e do PCP estão preparados para aceitar, desde que nada do privado (como actualmente existe em alguns dos países mais avançados do mundo) se intrometa.

Menos jovens, mais velhos, aritmética básica para se concluir que a Segurança Social, perante a actual demografia, é um esquema destinado a perecer.
« Última modificação: Fevereiro 14, 2012, 00:14 am por Chev Chelios »
claro que nem uma palavra sobre as machadadas que os "defensores" da sustentabilidade (PS, PSD e CDS) têm dado na SS como no caso recente da transferência do fundo de pensões. muito menos falam de como os "modernaços" da direita defendem a utilização do dinheiro da SS nos chamados «mercados de alto risco» no fundo apostar no casino com os nossos descontos. :clap:

o problema são os antiquados comunistas...para variar.

ó Daniel, entretanto explica lá como é que o "pacote laboral" vai ajudar a criar mais emprego é que tens andado tão desaparecido dos tópicos de política. :inde:
« Última modificação: Fevereiro 14, 2012, 01:22 am por LISBON1906 »

The past is now part of my future,the present is well out of hand Ian Curtis, Heart and Soul
É de pensar que o Sporting é muito grande, e que são estas coisas que valem muito para um clube. São estas coisas que trazem sportinguismo ao clube. Isto não é quantificável. Isto não são 6%, 7%... Isto é o Sporting! Isso traz coisas muito importantes ao Sporting. Fervor sportinguista, acima de tudo! - João Benedito, 20-06-2010


O problema é que a alteração da SS é discutida de forma populista em Portugal, logo chovendo termos como neoliberalismo, vender a Segurança Social aos privados, etc, isto tudo enquanto a reforma das gerações vindouras vai sendo sacrificada.

A Segurança Social pode até permanecer inalterada, mas isso significará reduzir consideravelmente o valor das pensões, algo que os populistas do BE e do PCP estão preparados para aceitar, desde que nada do privado (como actualmente existe em alguns dos países mais avançados do mundo) se intrometa.

Menos jovens, mais velhos, aritmética básica para se concluir que a Segurança Social, perante a actual demografia, é um esquema destinado a perecer.

Engraçado como alguém com a tatuagem "England Forever" acusa os outros de serem populistas.

Tenho a certeza que um debate como aquele que o Paracelsus diz ter havido na Suécia não foi populista de certeza mas a ti, embriagado pela imaginaria pujança do sector privado, a tua cura milagrosa para todos os nossos males, pretendes convencer-nos de que esse é um "esquema destinado a perecer"...

Em que bases pretendes tu organizar a Segurança Social? Na base do lucro de companhias privadas, suponho.

 
Em Inglaterra também andam a despedir do sector publico, convencidos que o sector privado ia ser capaz de absorver os recém desempregados. Como se viu, foi mais um mito que caiu por terra, já que o desemprego está mais alto que nunca.
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The New York Times: Portugal está a “afundar-se cada vez mais no buraco”

Num artigo publicado no The New York Times, Landon Thomas, correspondente deste órgão de comunicação na área dos assuntos financeiros, defende que a Grécia deveria estar atenta ao exemplo do nosso país que, apesar de ter feito tudo o que a troika exigiu, está a “afundar-se cada vez mais no buraco”

15 Fevereiro, 2012 - 03:18

Num momento em que a Grécia se esforça por atender a todas as condições exigidas para garantir um novo plano de financiamento no valor de 130 mil milhões de euros, valerá a pena tirar algumas lições do exemplo de Portugal, segundo defende Landon Thomas.

Este correspondente na área dos assuntos financeiros sediado em Londres lembra que, “ao contrário da Grécia, Portugal é um país devedor que tem feito tudo o que a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional lhe exigem, em troca dos 78 mil milhões de euros de resgate que Lisboa recebeu em maio passado” e que, ainda assim, Portugal tem-se “afundado cada vez mais no buraco”.

No seu artigo, Landon Thomas sublinha ainda que, quando foi acordado o plano de financiamento, o rácio da dívida de Portugal em relação ao PIB era de 107 por cento, sendo expectável que até o próximo ano ascenda a 118 por cento.

Para este correspondente do The New York Times, tal não acontece “necessariamente porque a dívida geral de Portugal está a crescer, mas porque a sua economia está a encolher”.

“Sem crescimento, a redução da dívida torna-se quase impossível”, defende Landon Thomas, citando ainda David Bencek, analista do Instituto Kiel para a Economia Mundial, que alerta para o facto de a economia real portuguesa não ter “a estrutura para crescer no futuro”, não sendo, portanto, o país “capaz de pagar sua dívida a longo prazo."

As medidas de austeridade adoptadas pelo ministro das Finanças Vítor Gaspar, identificado neste artigo como ex-diretor de pesquisa do Banco Central Europeu e um “discípulo da filosofia focada na austeridade do sector bancário” estarão, neste sentido, a condicionar o crescimento económico do país.

Perante os mais recentes protestos organizados em Portugal, entre os quais a manifestação de 11 de Fevereiro, Landon Thomas alerta: os portugueses estão a “perder a paciência”.



Artigo publicado aqui

A única maneira de Portugal dar a volta, é emagrecer o Estado, não nos seus serviços essenciais, mas em toda aquela gordura que serve apenas para alimentar clientelas (a redução dos deputados e assessores de deputados e ministros a um mínimo decente, assim como os motoristas, para não falar de outros privilégios)...

Sem esquecer uma renegociação a sério de tudo o que seja PPP...

Limitando também tudo o que seja salários acima, por exemplo, dos 2 mil euros, congelando-os, no sector pago pelo Estado. Limitar pensões e reformas pagas pelo Estado a apenas 1500 euros no máximo daria outra ajuda...

Isto daria uma almofada orçamental mínima que permitiria uma baixa do IVA para valores anteriores a 2011, conjugada com uma simplificação da nossa fiscalidade, seguida de estabilidade da mesma, o mesmo se teria de fazer aos custos de contexto, no que diz respeito a procedimentos de licenciamento, por exemplo.

Sabendo que os países realmente competem por investimento estrangeiro, a medida seguinte seria a baixa do IRC para as empresas, assim como das suas contribuições para a Segurança Social... Para isto funcionar, precisamos de segurança judicial, isto é, que os tribunais funcionem com eficácia e eficiência, por forma a não afastar potenciais investidores...

Captando este investimento estrangeiro, principalmente, no sector de exportação, poder-se-ia reduzir o desequilíbrio da balança comercial, pelo menos um pouco. O investimento estrangeiro também permite criação de emprego, que reduziria despesas do Estado, aumentaria receitas em termos de impostos e estimularia o consumo interno... O problema é que tudo o que seja lucro, acabará sempre fora do país, especialmente no que diz respeito a empresas estrangeiras. O único incentivo que o Estado português lhes poderia dar era ter uma fiscalidade de tal maneira competitiva, que fosse aliciante para as empresas internacionais começarem a declarar todos os impostos por cá, ou pelo menos, alguns deles... Tipo, aqueles que muitas PSI-20 pagam nos Países Baixos desta vida, em vez de o fazerem em Portugal...

O problema é que mesmo que tudo isto fosse feito, tal não é possível, porque por um lado não temos cultura para isso, nem mentalidade, por outro, a renegociação da dívida externa teria de ser feita de tal forma, que na prática, pagaríamos apenas o capital em dívida e pouco mais... Ora como dificilmente alguém aceitaria uma coisa destas, a alternativa seria declarar bancarrota parcial, passando Portugal a não poder recorrer aos mercados durante 30 ou 40 anos e a ter de gerar orçamentos com superavits por muitos e bons anos...

Mas seguir uma opção "argentina" só acontecerá quando não houver mesmo outra alternativa, o que infelizmente tem sido a triste escolha dos últimos governos que tão estupidamente elegemos...


"O ser humano será o único animal que procura voluntariamente a servidão para se furtar ao dom que o distingue da restante criação: a inteligência." (Miguel Castelo Branco)
Também podemos mandar o Passos dar uma volta e declaramos a dívida como Dívida Odiosa.  :mrgreen:
http://en.wikipedia.org/wiki/Odious_debt
ex-dmalmeida
David Almeida - LE S: A27 F: 22 N: 39 Sócio Nº 14864
Σπόρτινγκ - Assim se escreve Sporting em grego. Спортинг - em Russo. Em japonês é スポルティング・リスボン.