Política Nacional

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Então neste momento também vives na ditadura socialista pois o PM e outros não divulgam tudo o que sabem , contas,verdades politicas etc
Elite Verde e Branca!
Só a Direita em Portugal pode dar um rumo , quer seja o PP o PSD ou o PNR o/

Não ponhas tudo no mesmo saco. Sou de direita mas nunca votarei no PNR. Se bem que o racismo e a xenofobia não sejam exclusivo da extrema-direita. Conheço algumas pessoas de esquerda, que eram do PCP, mas agora se dizem do BE (parece mais "urbano"...  :lol:) que são profundamente xenófobas e até racistas. Aliás, os comunistas que conheço são pessoas muito invejosas e como tal encaram muito mal forasteiros. Principalmente os que vêm de países que lhes lembram que o comunismo foi um desastre.  :whistle:

Em relação à polémica sobre o PCP e o BE serem, ou não, anti-democráticos, para mim são, porque um lobo com pele de cordeiro é lobo na mesma. São partidos cuja ideologia não é compatível com uma democracia liberal e um Estado de direito. Aparentam estar mais civilizados por conveniência e porque têm menos força eleitoral. No entanto, o seu funcionamento interno é tudo menos democrático. Muito pior que o aparelho dos partidos do bloco central. O PCP continua a ser uma força subversiva no ensino, onde tem muita influência no Ministério da Educação, com consequências péssimas para o país. Basta ver o conteúdo ideológico e nada pedagógico nos programas de História, por exemplo. O Estado nacionalizou o ensiino e continua a gerar gerações de analfabetos funcionais. E pior é a influência da extrema-esquerda no aparelho judicial. É por estas e por outras que tenho muito pouca confiança na Justiça portuguesa.
FORÇA LEÕES!!
Só a Direita em Portugal pode dar um rumo , quer seja o PP o PSD ou o PNR o/

Não ponhas tudo no mesmo saco. Sou de direita mas nunca votarei no PNR. Se bem que o racismo e a xenofobia não sejam exclusivo da extrema-direita. Conheço algumas pessoas de esquerda, que eram do PCP, mas agora se dizem do BE (parece mais "urbano"...  :lol:) que são profundamente xenófobas e até racistas. Aliás, os comunistas que conheço são pessoas muito invejosas e como tal encaram muito mal forasteiros. Principalmente os que vêm de países que lhes lembram que o comunismo foi um desastre.  :whistle:

Em relação à polémica sobre o PCP e o BE serem, ou não, anti-democráticos, para mim são, porque um lobo com pele de cordeiro é lobo na mesma. São partidos cuja ideologia não é compatível com uma democracia liberal e um Estado de direito. Aparentam estar mais civilizados por conveniência e porque têm menos força eleitoral. No entanto, o seu funcionamento interno é tudo menos democrático. Muito pior que o aparelho dos partidos do bloco central. O PCP continua a ser uma força subversiva no ensino, onde tem muita influência no Ministério da Educação, com consequências péssimas para o país. Basta ver o conteúdo ideológico e nada pedagógico nos programas de História, por exemplo. O Estado nacionalizou o ensiino e continua a gerar gerações de analfabetos funcionais. E pior é a influência da extrema-esquerda no aparelho judicial. É por estas e por outras que tenho muito pouca confiança na Justiça portuguesa.

E o que me custa mais é a retórica venenosa e pouco argumentativa. Participo em vários debates políticos na universidade onde ando, e os argumentos dos comunistas são sempre os mesmos. Sou filho de empresários que, felizmente, fizeram e fazem muito da vida. Imediatamente sou apelidado de explorador, capitalista selvagem, etc.

O 25 de Novembro não teve mão "oficial" do PCP. Mas o PCP esteve envolvido na politização rápida e extremista do MFA, que quase levou a revolução pelas ruas da amargura. Desde a proposta do PCP (via os seus infiltrados no MFA) da unicidade sindical, estão bem documentadas o estilo de sociedade que desejam.

O argumento mais usado é do facto do Comunismo nunca ter sido implementado. Falam sempre da "Ausência de Estado" e como o mesmo nunca foi implementado. Mentira! A Somália é um país com ausência de Estado, funcionando como laboratório político internacional. Vê-se perfeitamente como está. Tem de haver, obrigatoriamente, um poder central, não querendo em dizer que o mesmo tem de ser repressivo, antes pelo contrário.
« Última modificação: Janeiro 29, 2009, 15:43 pm por danielw »
Só a Direita em Portugal pode dar um rumo , quer seja o PP o PSD ou o PNR o/

Não ponhas tudo no mesmo saco. Sou de direita mas nunca votarei no PNR. Se bem que o racismo e a xenofobia não sejam exclusivo da extrema-direita. Conheço algumas pessoas de esquerda, que eram do PCP, mas agora se dizem do BE (parece mais "urbano"...  :lol:) que são profundamente xenófobas e até racistas. Aliás, os comunistas que conheço são pessoas muito invejosas e como tal encaram muito mal forasteiros. Principalmente os que vêm de países que lhes lembram que o comunismo foi um desastre.  :whistle:

Em relação à polémica sobre o PCP e o BE serem, ou não, anti-democráticos, para mim são, porque um lobo com pele de cordeiro é lobo na mesma. São partidos cuja ideologia não é compatível com uma democracia liberal e um Estado de direito. Aparentam estar mais civilizados por conveniência e porque têm menos força eleitoral. No entanto, o seu funcionamento interno é tudo menos democrático. Muito pior que o aparelho dos partidos do bloco central. O PCP continua a ser uma força subversiva no ensino, onde tem muita influência no Ministério da Educação, com consequências péssimas para o país. Basta ver o conteúdo ideológico e nada pedagógico nos programas de História, por exemplo. O Estado nacionalizou o ensiino e continua a gerar gerações de analfabetos funcionais. E pior é a influência da extrema-esquerda no aparelho judicial. É por estas e por outras que tenho muito pouca confiança na Justiça portuguesa.

E o que me custa mais é a retórica venenosa e pouco argumentativa. Participo em vários debates políticos na universidade onde ando, e os argumentos dos comunistas são sempre os mesmos. Sou filho de empresários que, felizmente, fizeram e fazem muito da vida. Imediatamente sou apelidado de explorador, capitalista selvagem, etc.

O 25 de Novembro não teve mão "oficial" do PCP. Mas o PCP esteve envolvido na politização rápida e extremista do MFA, que quase levou a revolução pelas ruas da amargura. Desde a proposta do PCP (via os seus infiltrados no MFA) da unicidade sindical, estão bem documentadas o estilo de sociedade que desejam.

O argumento mais usado é do facto do Comunismo nunca ter sido implementado. Falam sempre da "Ausência de Estado" e como o mesmo nunca foi implementado. Mentira! A Somália é um país com ausência de Estado, funcionando como laboratório político internacional. Vê-se perfeitamente como está. Tem de haver, obrigatoriamente, um poder central, não querendo em dizer que o mesmo tem de ser repressivo, antes pelo contrário.

e os outros nao fazem??..

nao há quem passe uma vida inteira a trabalhar e mesmo assim passe por dificuldades?...

não há quem se levante todos os dias da semana ás 6 da manhã, chegue a casa ás 7 da noite, tenha passado o dia todo a trabalhar para conseguir pagar pouco mais do que o passe e uma casa onde viver?...

como é que se mede o que é trabalho e o que é acaso (ou sorte..)?...


se me disseres que há aí muita gente que nao quer trabalhar eu acredito.. eu conheço muito mais gente que quer trabalhar e nao encontra um trabalho em condiçoes... e pessoal que tem de se sujeitar ao que há, tem salários em atraso, e nao sabe quando nem quanto nem se vao receber alguma coisa...

para não falar naqueles que têm emprego hoje e amanhã nao fazem ideia.. como é que se consegue ter uma vida assim?...


há falta de interesse pelas pessoas... a paga é uma sociedade sem esperança, desmotivada e em depressao...


e nem estou a falar de casos que me estejam muito próximos.. felizmente os meus pais tiveram a sorte de terem trabalhos estáveis nao ganhando muito mas pelo menos nunca pagaram empréstimo pela casa e sendo muito poupados.. eu estou á procura de emprego (na minha área,.. engenharia civil..) e entretanto vou dando aulas de piano e ensaio um coro o que vai dando para as minhas (pequenas) despesas (mas não há cá luxos nenhuns..)... e assim dá para ir amealhando alguma coisa...

mas quando vejo gajos a ganhar balúrdios, a esbanjar dinheiro que é uma coisa parva, metidos em negociatas e esquemas menos claros, a conseguirem vantagens económicas e sociais através de redes de conhecimentos e interesses paralelos penso no quao justa (ou nao) é esta sociedade... e uma sociedade injusta acaba por cair...
vivó Sporting!!!
Paulo Duarte: Completamente de acordo. Mas entre os 5 milhões de pessoas activas, quantas é que achas que trabalham honestamente, que se cortam de regalias porque sabem que não as podem ter? Qual o empregado que se interessa pela empresa que representa? Qual o patrão que, ao fim do ano, dá um benefício ao empregado, por mérito? Porque é que em Portugal existe o subsidio de férias e de Natal e noutros países, mais evoluídos que o nosso, tal benesse não existe? Porque é que, cada vez, há mais encostados à segurança social, a ganharem subsídios, recusando empregos e fazendo biscates por fora?

Existe uma crise gravíssima, é um facto, ninguém o pode negar. Mas ninguém pode negar a gula do português, com um carro para o marido, outro para a mulher, créditos a torto e direito, depois, infelizmente (porque muitos são honestos) são "comidos" pelas crises e pelo abrandamento da economia. Falaste do exemplo dos teus pais. Sempre foram poupadinhos e, portanto, compraram uma casa para a qual sabiam ter dinheiro. Mas e os outros todos? Que se metem em créditos de 50 anos porque querem "aquela" casa e, depois, não a conseguem pagar. Quase toda a gente vive acima das suas possibilidades. E no caso português, sabemos muito bem como é o "tuga". É almoços fora a torto e direito, cartões de crédito por todo o lado. E estamos a falar de um povo afável mas que, infelizmente, pecam (em grande) nesse aspecto.

É um facto que os bancos facilitam ao crédito mas as pessoas têm de ser inteligentes ao ponto de saberem o que podem ter ou não ter. E repara que não estou a falar do facto de ser justo uma pessoa que se levanta as 6 da manhã pode ter ou não uma boa casa. Infelizmente, é a sociedade que temos. É a televisão LCD, que se pode pagar em 24 meses. É o computador que se pode pagar em 12 meses. É o carro que se pode pagar em 10(!!) anos. Se gastares aquilo que tiveres, de certeza que não sentirás a crise da mesma forma que o resto.

Agora, não concordo com a situação de ver balúrdios a serem gastos e eu a ficar chateado ou afectado por isso. Perguntas: achas bem o Alex Rodriguez (jogador dos Yankees) ganhar 50 milhões por ano? Eu digo-te : nem acho bem, nem acho mal. Só gostaria é que ele desse algum aos mais necessitados. Se for do erário público, como vencimentos de gestores, estamos a falar de outra coisa. Mas se é privado, não penso que seja correcto estamos a mandar bitaites. O que farias se ganhasses os 50 milhões por ano? Ou até 50.000 por mês?

O sistema fiscal português, com IRC  de 40%. Quase metade do ano é trabalho para o governo. Essa m**** é um roubo! 40% para os que ganham muito, é verdade. Mas grande parte desses 40% vão para encostados na segurança social, desempregados que não fazem nada de jeito. Se me garantissem que os 40% iam para a reforma dos velhotes, aceitaria, até dava mais. Agora, nunca sabemos para onde vai o dinheiro.

Vê, por exemplo, o caso do BPP. O chamado "Banco dos Ricos". Quase todos se opuseram ao "bail out" por causa do rótulo que tinha, ou seja, era o "Banco dos Ricos". Mas que raio de critério é esse? Como é dos ricos, vamos deixar falir?
Ou deveríamos pensar o seguinte: A falência do BPP causa interferências graves na Economia? Não? Então, não devemos fazer nada. Isso sim, parece-me uma linha de pensamento correcto.

Vou-te dar outro exemplo: Nunca recebi um abono da segurança social. Nem um daqueles cheques de 0.01 cêntimo. Eu achava mal. Mas o meu pai achava correcto, porque, felizmente, não precisamos. Eu dizia o seguinte ao meu pai: mas como contribuímos, não deveríamos, igualmente, ter um beneficio, nem que fosse ínfimo? Assim, andamos aqui como financiadores do resto do país. O meu pai acha que não e eu admito que modifiquei a minha opinião. Mas fico ***, por exemplo, com o badalado RSI (Rendimento Social de Inserção), uma farsa completa. São milhões a ser jorrados mensalmente, para pessoas que não fazem um *** da vida.

Se a riqueza foi criada legitimamente, não temos nada a ver com isso, é simples. O problema é da Justiça que, estranhamente, continua a não ter uma legislação penal forte e penalizadora para o enriquecimento ilícito.

O que fariam se ganhassem 100.000 euros por mês? Ponham-se do outro lado e experimentem o ponto de vista.
« Última modificação: Janeiro 29, 2009, 16:44 pm por danielw »
Se a riqueza foi criada legitimamente, não temos nada a ver com isso, é simples.

Ai isso é que temos.

A riqueza não é criada do nada e por isso, quanto maior a riqueza, maior o grau de responsabilidade que se tem perante a sociedade que permitiu a essa pessoa criar a riqueza que possui. E é aí que entra parte da filosofia comunista / socialista / de esquerda. (a compreensão do comunismo é absolutamente necessária para entender e legitimar as políticas mais liberais... sem isso, o liberalismo / política de direita está condenada ao fracasso).


Se a riqueza foi criada legitimamente, não temos nada a ver com isso, é simples.

só vou pegar nesta parte...


que riqueza é que é criada com legitimidade?... já vimos (e espero que concordes..) que pelo trabalho nao chegas lá...

ou seja, que legitimidade pode haver em uma pessoa ganhar 1000 vezes mais que outra?... se me falares em legalidade é outra coisa... agora legitimidade e justiça não há... e essa injustiça cria fracturas na sociedade.. é inevitável...


e sim, temos tudo a ver com isso pois quem ganha essas fortunas nao vive em marte nem sao seres superiores...
vivó Sporting!!!


Se a riqueza foi criada legitimamente, não temos nada a ver com isso, é simples.

só vou pegar nesta parte...


que riqueza é que é criada com legitimidade?... já vimos (e espero que concordes..) que pelo trabalho nao chegas lá...

ou seja, que legitimidade pode haver em uma pessoa ganhar 1000 vezes mais que outra?... se me falares em legalidade é outra coisa... agora legitimidade e justiça não há... e essa injustiça cria fracturas na sociedade.. é inevitável...


e sim, temos tudo a ver com isso pois quem ganha essas fortunas nao vive em marte nem sao seres superiores...

Eu compreendo o que dizes em relação à moralidade de alguém ganhar muito mais que outrém (por exemplo as tais 1000 vezes), mas o facto dessa pessoa ganhar essas 1000 vezes mais não quer dizer que socialmente não estejamos no ponto óptimo da distribuição de rendimentos.
Nós podemos através de impostos fazer com que essa pessoa e outras do mesmo patamar recebam 500 vezes mais "apenas", o valor continua a ser obsceno? E 250 vezes? E 10? Paramos na igualdade de salários entre todos?

No país a esmagadora maioria da população activa deverá ganhar um valor entre o salário minimo e os 2500€, existindo depois uma minoria de patrões e empregados que auferem  rendimentos superiores (alguns obscenamente superiores).

Nós devemos olhar para o que é produzido no país como um bolo, e uma coisa é certa, enquanto melhor distribuirmos os rendimentos menor vai ser o bolo pelo simples facto de que à medida que os rendimentos se forem aproximando menos incentivo existe ao trabalho, à educação, à investigação e desenvolvimento, etc, tanto dos trabalhadores e empresários que auferem mais rendimentos como para os que têm menores.
"Podes" chegar a Portugal e Nacionalizar o país todo, os meios de produção ficam todos na posse do Estado e alisas bastante mais os salários dos trabalhadores, no final inevitavelemte terás a transposição daquilo que de mau se faz actualmente na função pública portuguesa em que existe um trabalho garantido, a produção diminuirá porque não existem incentivos (para além de outros problemas por exemplo quando existe uma passagem de propriedade dos factores existem sempre períodos de paragem, existe sempre uma pior utilização dos recursos no imediato). Num país assim não surge um "Bill Gates" com um novo produto que satisfaz a necessidade de milhões de pessoas e que dá trabalho a muitos milhares simplesmente porque não existe incentivo.

Agora se me perguntares se acho bem uma pessoa ter uma reforma de 150€ para viver durante um mês , não existem parâmetros de eficiência que resistam a isso, no entanto mesmo que moralmente não seja a opção adequada, em termos de eficiência para dar mais a essas pessoas não podemos retirar só dos que estão no topo, mesmo que estes ganham 100 mil de vezes mais que o comum dos mortais porque eles são uma minoria absoluta e se lhes retiras só a eles estes perdem o incentivo a investir ou então põem-se a milhas daqui com todos os custos que isso tem.

Outra das criticas que oiço a algumas pessoas têm que ver com a Bolsa e o papel dos especuladores. A bolsa foi criada como uma forma de expansão das empresas, os detentores das empresas vendem partes de capital ao público em geral permitindo a expasão das empresas e com isso melhorar quantitativa e qualitativamente. No entanto uma das componentes muito importantes é a liquidez, quem compra em Bolsa quer ter a segurança de que facilemte (com mais ou menos perdas) consegue vender rapidamente o que comprou e aí os especuladores assumem uma grande importância. Não se pode impedir Berardo de exercer a sua actividade especuladora nem se podem colocar demasiados entraves à sua actividade porque para as empresas presentes no mercado e para futuras empresas a saída de Berardo e de outros especuladores significará entraves ao seu crescimento.

POde fazer-se uma melhor repartição dos rendimentos? Tenho a certeza que sim nomeadamente ao nível da segurança social nos apoios aos nossos idosos (acho até que ao nível dos trabalhadores a situação é aceitável podendo ter alguns ajustes mas sempre pequenos), mas tem que se ter cuidado para que a equidade não leve a excesso de ineficiencias que reduzam o bolo de tal forma que passa a existir menos para todos quer ao nível monetário quer ao nível da utilidade.


EDIT: Já agora quanto à forma de subir na vida é com iniciativa, educação e especialização seja qual for o trabalho. O Bill Gates chegou lá, o Belmiro de Azevedo também, não sei se viram no telejornal mas uma investigadora portuguesa à pouco tempo recebeu a maior bolsa de sempre para o desenvolvimento do transistor de papel (consta-me que seja alguém com posses "normais") e possivelmente esta descoberta vai possibilitar-lhe ter uma grande vida porque terá alguns direitos sobre a descoberta penso eu.
Não podemos ser todos assim, mas é justo que àqueles que tenham uma pontinha de sorte, uma capacidade de iniciativa maior, bons conhecimentos e espirito de trabalho, seja possivel alcançar patamares de vida diferentes.
« Última modificação: Janeiro 29, 2009, 19:27 pm por romero »
Esses comunistas era corre-los do nojo país , são pessoas que não querem trabalhar e aproveitar-se dos outros vejam bem na m**** que o 25 de Abril fez na altura do Dr. Salazar não havia cá crise financeira nem o desemprego que se encontra neste momento.

" Tudo pela Nação, Nada contra a Nação "

Claro que não havia desemprego! Os jovens faziam 4 anos de tropa; 30% da população estava na agricultura;
Outra coisa boa do país é que a estupidez não pagava imposto!

Como é que se abandonou uma idea de país assim? Volta, "doutor" Salazar.

Esses comunistas era corre-los do nojo país , são pessoas que não querem trabalhar e aproveitar-se dos outros vejam bem na m**** que o 25 de Abril fez na altura do Dr. Salazar não havia cá crise financeira nem o desemprego que se encontra neste momento.

" Tudo pela Nação, Nada contra a Nação "

Mas olha que mesmo que houvesse também nunca o irias saber :twisted:... é uma característica dos regimes ditatoriais (extrema-esquerda / extrema-direita), a informação é controlada e filtrada para que tudo pareça um perfeito mar-de-rosas (caso contrário seria difícil perpetuar a ditadura) - nesses regimes, está sempre tudo bem e ai de quem diga o contrário. :lol:

Até parece que é preciso regimes ditatoriais para teres isso... Cá tens professores a serem despedidos por criticar o PM... E depois ainda têm o desplante de pedir maioria absoluta.
Até parece que é preciso regimes ditatoriais para teres isso... Cá tens professores a serem despedidos por criticar o PM... E depois ainda têm o desplante de pedir maioria absoluta.

Cá tens tudo, é o farwest. Se tens professores a serem despedidos por criticar o PM, tens imprensa que persegue o PM por causa de provas de inglês técnico ou de cartas de ingleses. Numa ditadura esquece, isto nunca poderia alguma vez acontecer. ;D


Se a riqueza foi criada legitimamente, não temos nada a ver com isso, é simples.

só vou pegar nesta parte...


que riqueza é que é criada com legitimidade?... já vimos (e espero que concordes..) que pelo trabalho nao chegas lá...

ou seja, que legitimidade pode haver em uma pessoa ganhar 1000 vezes mais que outra?... se me falares em legalidade é outra coisa... agora legitimidade e justiça não há... e essa injustiça cria fracturas na sociedade.. é inevitável...


e sim, temos tudo a ver com isso pois quem ganha essas fortunas nao vive em marte nem sao seres superiores...

Eu compreendo o que dizes em relação à moralidade de alguém ganhar muito mais que outrém (por exemplo as tais 1000 vezes), mas o facto dessa pessoa ganhar essas 1000 vezes mais não quer dizer que socialmente não estejamos no ponto óptimo da distribuição de rendimentos.
Nós podemos através de impostos fazer com que essa pessoa e outras do mesmo patamar recebam 500 vezes mais "apenas", o valor continua a ser obsceno? E 250 vezes? E 10? Paramos na igualdade de salários entre todos?

No país a esmagadora maioria da população activa deverá ganhar um valor entre o salário minimo e os 2500€, existindo depois uma minoria de patrões e empregados que auferem  rendimentos superiores (alguns obscenamente superiores).

Nós devemos olhar para o que é produzido no país como um bolo, e uma coisa é certa, enquanto melhor distribuirmos os rendimentos menor vai ser o bolo pelo simples facto de que à medida que os rendimentos se forem aproximando menos incentivo existe ao trabalho, à educação, à investigação e desenvolvimento, etc, tanto dos trabalhadores e empresários que auferem mais rendimentos como para os que têm menores.
"Podes" chegar a Portugal e Nacionalizar o país todo, os meios de produção ficam todos na posse do Estado e alisas bastante mais os salários dos trabalhadores, no final inevitavelemte terás a transposição daquilo que de mau se faz actualmente na função pública portuguesa em que existe um trabalho garantido, a produção diminuirá porque não existem incentivos (para além de outros problemas por exemplo quando existe uma passagem de propriedade dos factores existem sempre períodos de paragem, existe sempre uma pior utilização dos recursos no imediato). Num país assim não surge um "Bill Gates" com um novo produto que satisfaz a necessidade de milhões de pessoas e que dá trabalho a muitos milhares simplesmente porque não existe incentivo.

Agora se me perguntares se acho bem uma pessoa ter uma reforma de 150€ para viver durante um mês , não existem parâmetros de eficiência que resistam a isso, no entanto mesmo que moralmente não seja a opção adequada, em termos de eficiência para dar mais a essas pessoas não podemos retirar só dos que estão no topo, mesmo que estes ganham 100 mil de vezes mais que o comum dos mortais porque eles são uma minoria absoluta e se lhes retiras só a eles estes perdem o incentivo a investir ou então põem-se a milhas daqui com todos os custos que isso tem.

Outra das criticas que oiço a algumas pessoas têm que ver com a Bolsa e o papel dos especuladores. A bolsa foi criada como uma forma de expansão das empresas, os detentores das empresas vendem partes de capital ao público em geral permitindo a expasão das empresas e com isso melhorar quantitativa e qualitativamente. No entanto uma das componentes muito importantes é a liquidez, quem compra em Bolsa quer ter a segurança de que facilemte (com mais ou menos perdas) consegue vender rapidamente o que comprou e aí os especuladores assumem uma grande importância. Não se pode impedir Berardo de exercer a sua actividade especuladora nem se podem colocar demasiados entraves à sua actividade porque para as empresas presentes no mercado e para futuras empresas a saída de Berardo e de outros especuladores significará entraves ao seu crescimento.

POde fazer-se uma melhor repartição dos rendimentos? Tenho a certeza que sim nomeadamente ao nível da segurança social nos apoios aos nossos idosos (acho até que ao nível dos trabalhadores a situação é aceitável podendo ter alguns ajustes mas sempre pequenos), mas tem que se ter cuidado para que a equidade não leve a excesso de ineficiencias que reduzam o bolo de tal forma que passa a existir menos para todos quer ao nível monetário quer ao nível da utilidade.


EDIT: Já agora quanto à forma de subir na vida é com iniciativa, educação e especialização seja qual for o trabalho. O Bill Gates chegou lá, o Belmiro de Azevedo também, não sei se viram no telejornal mas uma investigadora portuguesa à pouco tempo recebeu a maior bolsa de sempre para o desenvolvimento do transistor de papel (consta-me que seja alguém com posses "normais") e possivelmente esta descoberta vai possibilitar-lhe ter uma grande vida porque terá alguns direitos sobre a descoberta penso eu.
Não podemos ser todos assim, mas é justo que àqueles que tenham uma pontinha de sorte, uma capacidade de iniciativa maior, bons conhecimentos e espirito de trabalho, seja possivel alcançar patamares de vida diferentes.


isso é tudo muito bonito... mas basta haver uma pessoa a ganhar 1000 vezes mais que a esmagadora maioria para haver um sentimento de injustiça...  a questão que muita gente põe é: o que é que aquela pessoa fez a mais que eu, que me farto de trabalhar e com uma qualidade de vida péssima sem ter tempo livre, sem poder dar atençao aos meus filhos, sem poder ir a uma peça de teatro ou a um concerto, a trabalhar por turnos etc.., para essa pessoa ter um nivel de vida tão superior ao meu?...

a questao nao é tanto em relaçao á falta que esse dinheiro faz ás pessoas menos abonadas é ao sentimento de injustiça que gera, á desmotivaçao de um povo e á descrença... e isso sim faz muita diferença... um sistema que seja visto pelos seus componentes como injusto acaba por cair... no caso do sistema actual essa injustiça cada vez se faz sentir mais...

falas no bill gates.. mas achas que se o bill gates tivesse ganho 1 milhao de vezes menos com a microsoft do que aquilo que ganhou deixava de fazer o que fez?...

eu nao defendo a igualdade de salarios.. sou a favor da valorizaçao e da recompensa pelo desempenho.. agora, essa recompensa nao pode ser infinita como o é hoje...


nao sei se sabes mas eu tenho uma serie de teorias (inventadas por mim e por isso certamente estapafúrdias para muitos mas que para mim sao a explicaçao do que se passa á minha volta...) sobre os fenomenos socias...

ora uma delas passa pela ideia de tribo... o Homem tem como base social o conceito de tribo.. imagina que vives numa tribo com 100 pessoas... 95 têm um nivel de riqueza de 1, 4 têm um nivel de riqueza de 4, 1 tem um nível de riqueza de 10... (o modo como se atingiu essa riqueza nao interessa...)

se os que têm mais distribuíssem  a sua riqueza pelos que têm menos de modo a ficarem todos iguais ficava qualquer coisa como 1,21 para cada um.. apesar de um acréscimo não seria isso que mudaria o modo de vida dos que têm menos...

agora, com uma distribuição desigual existe um sentimento de injustiça que é compensado pela garantia de bem estar.. ou seja, quem tem menos "permite" que haja alguém que tenha mais se esse alguém lhes proporcionar bem estar (esse bem estar nao tem a ver com comodidade obrigatoriamente.. pode ter haver com proteccao, justiça, ou condicoes para trabalhar e poder comer..) e crescimento... acaba por ser como uma balança e quando essa balança está desequilibrada ocorrem revoltas e mudanças bruscas na distribuiçao da riqueza..)..

se a riqueza dos de cima não é vista pelos debaixo como compensatória o resultado é cabeças no tronco... claro que para evitar isso os de cima inventaram uma serie de mecanismos que o impedem mascarando o desequilibrio da balança...

vamos voltar á nossa tribo... o que é que impede os 95 de lincharem os outros 5 e ficarem com a riqueza deles?... nada, a nao ser mecanismos sociais de justiça e compensaçao.. aqueles 26 a mais de riqueza nao traz beneficios substanciais aos outros 95 e perdem 5 elementos valiosos , caso a obtençao dessa riqueza não seja vista como sendo á custa da própria tribo ou nao cumprindo as regras... mas se em vez de 26 a riqueza em causa for 300 ou 400, e pior, se existe uma franja que vai ganhar mais que outra entao já começa a ser compensatório... muito mais se essa franja que vai ganhar mais conseguir convencer os que vao ganhar menos que os que tinham mais nao estavam preocupados no desenvolvimento da tribo e que eles sim estao preocupados com isso e vao trazer riqueza para todos...

o que se passa hoje em dia é a desmantelação do conceito de tribo e a ideia de individualismo e isso dá a percepçao que estamos aqui cada um por si e isso faz cair a ideia de justiça e compensaçao... no fundo acaba por ser um sistema insustentável...

o que vai acontecer é a tentativa de reconstruçao da tribo em volta de um país.. o que é que quero dizer com isto?... nacionalismos (nao falo em nacionalismos radicais mas em maior proteccao ao estado..)... nao sei é se sociedades tao fracturadas e "destribadas" se vao conseguir reunir, muito menos á volta de um conceito cada vez mais vago de nação...
queres um exemplo: um apelo que vi há pouco tempo de um político (nao me lembro quem..) para que se compre o que é nacional, e que se cada português passar a gastar 10 euros por mês em produtos portugueses por troca com produtos importados a economia portuguesa ganhava nao sei quanto.. esta ideia há 7 ou 8 anos atrás nunca passaria cá para fora mas era tao óbvia como hoje... ou outro: as dificuldades colocadas por alguns países para obtençao de visto de trabalho mesmo de profissionais especializados, coisa que nao acontecia há 4 ou 5 anos...

o que é que é essa tribo?... o problema é esse.. é a família?.. é o país?... é um conjunto de países?.. é o mundo?.. se calhar sao tribos dentro de tribos mas esta indefinição leva a aproveitamentos e a sentimentos de injustiça...

o problema actual é que grande parte dos 95 deixou de acreditar nos outros 5 e nao existem grandes alternativas... a soluçao dos nacionalismos representa a desagregaçao da tribo (global) e, neste caso o travão á globalizaçao (pelo menos económica..)...



« Última modificação: Janeiro 30, 2009, 10:34 am por Paulo Duarte »
vivó Sporting!!!
Até parece que é preciso regimes ditatoriais para teres isso... Cá tens professores a serem despedidos por criticar o PM... E depois ainda têm o desplante de pedir maioria absoluta.

Cá tens tudo, é o farwest. Se tens professores a serem despedidos por criticar o PM, tens imprensa que persegue o PM por causa de provas de inglês técnico ou de cartas de ingleses. Numa ditadura esquece, isto nunca poderia alguma vez acontecer. ;D


Estamos a ficar parecidos com uma "democacia africana"...os capitais neste pais já são todos deles.
Enfim...
Sócio/Emblema de Prata/Gamebox A14
14/12/2005 joguei no relvado do Estádio de Alvalade.
Data de registo: Maio 19, 2005, 19:47 pm
do 25 de Aril em diante aquilo que tivemos a governar-nos foi essencialmente lixo.

é inacreditável como não fomos capazes de ter alguém decente a levar o país para a frente. nem mesmo o cavaco que tantos admiram. queria ver o que é que ele fazia sem tantos milhões a virem da europa. agora fechou a torneira e estão todos a tentar limpar as costas.

ver uma sessão no parlamento, quando lá está o governo é melhor do que ver um qualquer programa de comédia. ninguém diz nada de jeito, não há ideias, anda-se horas á volta de assuntos mesquinhos e ridículos. limpeza geral era o que precisávamos. precisamos é de gente de qualidade para nos governar. com esta malta que por lá anda, podem estar certos: nunca deixei de votar, nem deixarei, mas nenhum vai levar o meu voto. tenho dito.
O problema do 25 de Abril foi a confusão que se lhe seguiu. O MFA iniciou-se com intenções claras e democráticas mas cedo se politizou em formatos de estrema-esquerda, o que dificultou uma transição mais suave para uma sistema democrático.

É pela razão acima mencionada que Portugal foi apelidado, pelas mais prestigiantes publicações estrangeiras, como a Cuba da Europa, tais eras as movimentações revolucionárias extremistas que estavam em curso. O único aproveitamento que Portugal fez do 25 de Abril foi o conceito democrático porque o resto desapareceu.

Houve o 11 de Março, encabeçado pelo Spínola, pelos espanhois e, pelo que diz, pelos Americanos. Fracassou completamente. Depois, tivemos o 25 de Novembro, muito mais grave do que o 11 de Março.

Mesmo assim, tivemos das Revoluções mais práticas e simples da história. E fomos um catalisador para o derrube de outras ditaduras, como a Grega e a Espanhola, ambas realizadas pouco tempo a seguir à nossa.

No entanto, muita coisa fica por explicar.
« Última modificação: Fevereiro 01, 2009, 07:07 am por danielw »
PCP :great:

Vais desenvolver, ou apago a mensagem? Pelo decorrer do tópico deves ter percebido que isto não é um "chat".
Saudades do futuro.
O problema do 25 de Abril foi a confusão que se lhe seguiu. O MFA iniciou-se com intenções claras e democráticas mas cedo se politizou em formatos de estrema-esquerda, o que dificultou uma transição mais suave para uma sistema democrático.

É pela razão acima mencionada que Portugal foi apelidado, pelas mais prestigiantes publicações estrangeiras, como a Cuba da Europa, tais eras as movimentações revolucionárias extremistas que estavam em curso. O único aproveitamento que Portugal fez do 25 de Abril foi o conceito democrático porque o resto desapareceu.

Houve o 11 de Março, encabeçado pelo Spínola, pelos espanhois e, pelo que diz, pelos Americanos. Fracassou completamente. Depois, tivemos o 25 de Novembro, muito mais grave do que o 11 de Março.

Mesmo assim, tivemos das Revoluções mais práticas e simples da história. E fomos um catalisador para o derrube de outras ditaduras, como a Grega e a Espanhola, ambas realizadas pouco tempo a seguir à nossa.

No entanto, muita coisa fica por explicar.

tens toda a razão e essa confusão chega até aos dias de hoje. o que temos é políticos confusos demais pois parece que perceberam a mensagem do 25 de Abril um pouco diferente daquilo que o povo percebeu
PCP :great:
Isto é daqueles comentários que não têm nada a ver..... es comunas são mesmo burros e ursos  :cartao:
 Linguagem ofensiva num tema já de si delicado. (há sempre quem queira estar ao nível das suas afirmacões) /Paracelsus
Elite Verde e Branca!
És pior que os ACAB o comentário nem acho nada ofensivo , se abrisses mais os olhos e vires o que os comunas dizem nao ligavas ao meu post...aposto que és um deles
Elite Verde e Branca!