EURO 2008

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Julho 01, 2008, 00:45 am
Ricardo aquilo que tu disseste acaba por não ser realidade.
Repara que ao nível da dupla actual de centrais só tivemos Couto e Jorge Costa no Euro 2000, que estavam igualmente no auge enquanto jogadores... Todos sabemos que o Carvalho vai entrar na fase descendente da sua carreira 8já tem 30 anos...)!

Se em tempos tivemos Figo, JVP e o Rui Costa, também não é menos verdade que para o lugar de construtor de jogo o Deco é um jogador mais completo que o Rui Costa (diga-se o que se quiser...) e para o lugar de Figo e JVP tiveram como soluções Ronaldo, Nani, Quaresma (que nem aproveitado foi no Euro)...

Não nos esqueçamos que Deco também já vai nos 30 anos e nesta altura não temos ninguém no mesmo patamar para o substituir, logo prevejo mais dificuldades para essa posição futuramente do que a de JVP ou Figo...
**** Julho 01, 2008, 01:14 am
Esses jogadores podem entrar em fase descendente mas aparecem sempre novos, da mesma forma que esses que agora mencionas apareceram quando os outros se foram embora e muitos diziam não haver sucessores à altura. Talento não é problema. Sempre houve e continuará a haver muito.

A diferença está na "optimização" dos recursos (perdoem-me o jargão economicista) que uns fazem e outros não. E nós claramente não o fazemos, ou quando estamos perto de o fazer é sempre de forma intermitente. Foi com essa "optimização" que a Espanha resolveu calmamente os seus problemas e também tinha escassez em várias posições, por exemplo não tinham um verdadeiro nº 10, nem tinham um verdadeiro ala direito.
Julho 01, 2008, 01:22 am
Esses jogadores podem entrar em fase descendente mas aparecem sempre novos, da mesma forma que esses que agora mencionas apareceram quando os outros se foram embora e muitos diziam não haver sucessores à altura. Talento não é problema. Sempre houve e continuará a haver muito.

A diferença está na "optimização" dos recursos (perdoem-me o jargão economicista) que uns fazem e outros não. E nós claramente não o fazemos, ou quando estamos perto de o fazer é sempre de forma intermitente. Foi com essa "optimização" que a Espanha resolveu calmamente os seus problemas e também tinha escassez em várias posições, por exemplo não tinham um verdadeiro nº 10, nem tinham um verdadeiro ala direito.

O problema do futebol português já foi identificado há muitos anos por um treinador chamado Carlos Queiroz que assumiu que a havia muita trampa para limpar no futebol português... O problema é que foi a trampa que se mexeu e que o limpou de lá da selecção, onde ele tem ainda hoje valentes anticorpos (Carlos Godinhos...)