Sporting e a imprensa

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f***-**, até estes...

Os truques da imprensa portuguesa
1 h ·
Começamos com um elogio: a Visão publicou, pela pena de Luís Ribeiro, uma reportagem relevantíssima sobre “A vida dura dos trabalhadores de supermercado”, que partilhamos com todo o gosto, como sempre fazemos nestes casos. Foram ouvidas as duas partes (trabalhadores e empregadores), as fontes estão bem identificadas e o tema é incrivelmente relevante.
Em súmula (mas aconselhamos vivamente a leitura), os trabalhadores de supermercados relatam um autêntico cenário de terror: desde necessidade de autorização prévia para ir à casa de banho (o que levou a que uma operadora se urinasse, em pé, no posto de trabalho), até esperas de 20 minutos para serem escoltados à casa de banho (para assegurar que nenhum trabalhador rouba), passando por desrespeitos pela integridade física dos trabalhadores, objetivos de produtividade “desumanos”, “clima de medo e coerção” e vários desrespeitos pelos direitos laborais, o elenco de acusações é grande e chocante o suficiente, julgamos nós, para despertar a atenção mediática nacional.
A verdade, contudo, é que o resto da imprensa continua conspicuamente silenciosa perante este cenário. O que é de estranhar: afinal, ainda é a mesma imprensa que ecoou em conjunto, erradamente, que uma rua portuguesa tinha sido eleita a mais bonita do mundo; ou que andou uma semana a discutir cânticos ofensivos de claques de futebol, como se os cânticos ofensivos tivessem começado a semana passada.
Perguntamos: perante acusações desta monta – que não sabemos se são verdadeiras, mas que são, pelo menos, gravíssimas, públicas e merecem esclarecimento – justifica-se ter sido apenas a Visão a debruçar-se sobre este tema?
Porquê este silêncio? Quanto dinheiro têm estas empresas investido nas redações portuguesas? Onde está o Público, detido pela Sonae, especialmente visada nesta peça? Onde está o Correio da Manhã? Fosse um dos trabalhadores vizinho de um primo de Sócrates ou ex-jogador de bisca do Sporting, já fazia capa? Onde está o Expresso, do mesmíssimo grupo da Visão, mas com maior alcance semanal, a fazer eco deste cenário?
Onde anda a imprensa – com a honrosa exceção da Visão e do Luís Ribeiro – quando se denuncia um escândalo laboral destas proporções e todos fingem que não se passa nada, ninguém pede esclarecimentos adicionais, ninguém aprofunda as acusações?
Repetimos: não sabemos se as acusações são verdadeiras, mas neste momento estão publicadas, bem fundamentadas e por desmentir cabalmente. Queremos saber o que se passa nestas empresas e com estes trabalhadores e esse papel de procura da verdade cabe aos jornalistas.
Esta reportagem abriu uma janela para as condições laborais destas pessoas. Se continuar a ser ignorada pela restante imprensa, o tema depressa cairá no esquecimento e nada acontecerá. Não podemos deixar que assim seja.
Já se abriram telejornais com menos.
http://visao.sapo.pt/…/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhad…

Já deixei lá o meu comentário:

"Gostava de saber é porque é que vem a referência pejorativa ao Sporting. Até nisto a culpa é do Bruno de Carvalho, será? Não têm reticências por ninguém investigar o corropio de drogas e corrupção de um certo clube?"

f***-**, até estes...

Os truques da imprensa portuguesa
1 h ·
Começamos com um elogio: a Visão publicou, pela pena de Luís Ribeiro, uma reportagem relevantíssima sobre “A vida dura dos trabalhadores de supermercado”, que partilhamos com todo o gosto, como sempre fazemos nestes casos. Foram ouvidas as duas partes (trabalhadores e empregadores), as fontes estão bem identificadas e o tema é incrivelmente relevante.
Em súmula (mas aconselhamos vivamente a leitura), os trabalhadores de supermercados relatam um autêntico cenário de terror: desde necessidade de autorização prévia para ir à casa de banho (o que levou a que uma operadora se urinasse, em pé, no posto de trabalho), até esperas de 20 minutos para serem escoltados à casa de banho (para assegurar que nenhum trabalhador rouba), passando por desrespeitos pela integridade física dos trabalhadores, objetivos de produtividade “desumanos”, “clima de medo e coerção” e vários desrespeitos pelos direitos laborais, o elenco de acusações é grande e chocante o suficiente, julgamos nós, para despertar a atenção mediática nacional.
A verdade, contudo, é que o resto da imprensa continua conspicuamente silenciosa perante este cenário. O que é de estranhar: afinal, ainda é a mesma imprensa que ecoou em conjunto, erradamente, que uma rua portuguesa tinha sido eleita a mais bonita do mundo; ou que andou uma semana a discutir cânticos ofensivos de claques de futebol, como se os cânticos ofensivos tivessem começado a semana passada.
Perguntamos: perante acusações desta monta – que não sabemos se são verdadeiras, mas que são, pelo menos, gravíssimas, públicas e merecem esclarecimento – justifica-se ter sido apenas a Visão a debruçar-se sobre este tema?
Porquê este silêncio? Quanto dinheiro têm estas empresas investido nas redações portuguesas? Onde está o Público, detido pela Sonae, especialmente visada nesta peça? Onde está o Correio da Manhã? Fosse um dos trabalhadores vizinho de um primo de Sócrates ou ex-jogador de bisca do Sporting, já fazia capa? Onde está o Expresso, do mesmíssimo grupo da Visão, mas com maior alcance semanal, a fazer eco deste cenário?
Onde anda a imprensa – com a honrosa exceção da Visão e do Luís Ribeiro – quando se denuncia um escândalo laboral destas proporções e todos fingem que não se passa nada, ninguém pede esclarecimentos adicionais, ninguém aprofunda as acusações?
Repetimos: não sabemos se as acusações são verdadeiras, mas neste momento estão publicadas, bem fundamentadas e por desmentir cabalmente. Queremos saber o que se passa nestas empresas e com estes trabalhadores e esse papel de procura da verdade cabe aos jornalistas.
Esta reportagem abriu uma janela para as condições laborais destas pessoas. Se continuar a ser ignorada pela restante imprensa, o tema depressa cairá no esquecimento e nada acontecerá. Não podemos deixar que assim seja.
Já se abriram telejornais com menos.
http://visao.sapo.pt/…/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhad…

Já deixei lá o meu comentário:

"Gostava de saber é porque é que vem a referência pejorativa ao Sporting. Até nisto a culpa é do Bruno de Carvalho, será? Não têm reticências por ninguém investigar o corropio de drogas e corrupção de um certo clube?"
Não creio que seja uma alfinetada ao Sporting, mais me parece que é uma alusão ao facto de a maioria dos jornais terem referido que um recente homicídio que ocorreu no Funchal foi praticado por um ex-atleta do Sporting

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Acho que percebeste o texto todo ao contrário. O texto é a criticar o destaque que dão ao a certos temas supérfluos em vez deste tema.
Acho que percebeste o texto todo ao contrário. O texto é a criticar o destaque que dão ao a certos temas supérfluos em vez deste tema.

Não percebi não.
E um ex-jogador de bisca do Sporting só faria capa se agredisse a mulher. Se ganhasse o campeonato de bisca, seria  apenas um jogador português e até lhe apagavam o emblema da camisola.
f***-**, até estes...

Os truques da imprensa portuguesa
1 h ·
Começamos com um elogio: a Visão publicou, pela pena de Luís Ribeiro, uma reportagem relevantíssima sobre “A vida dura dos trabalhadores de supermercado”, que partilhamos com todo o gosto, como sempre fazemos nestes casos. Foram ouvidas as duas partes (trabalhadores e empregadores), as fontes estão bem identificadas e o tema é incrivelmente relevante.
Em súmula (mas aconselhamos vivamente a leitura), os trabalhadores de supermercados relatam um autêntico cenário de terror: desde necessidade de autorização prévia para ir à casa de banho (o que levou a que uma operadora se urinasse, em pé, no posto de trabalho), até esperas de 20 minutos para serem escoltados à casa de banho (para assegurar que nenhum trabalhador rouba), passando por desrespeitos pela integridade física dos trabalhadores, objetivos de produtividade “desumanos”, “clima de medo e coerção” e vários desrespeitos pelos direitos laborais, o elenco de acusações é grande e chocante o suficiente, julgamos nós, para despertar a atenção mediática nacional.
A verdade, contudo, é que o resto da imprensa continua conspicuamente silenciosa perante este cenário. O que é de estranhar: afinal, ainda é a mesma imprensa que ecoou em conjunto, erradamente, que uma rua portuguesa tinha sido eleita a mais bonita do mundo; ou que andou uma semana a discutir cânticos ofensivos de claques de futebol, como se os cânticos ofensivos tivessem começado a semana passada.
Perguntamos: perante acusações desta monta – que não sabemos se são verdadeiras, mas que são, pelo menos, gravíssimas, públicas e merecem esclarecimento – justifica-se ter sido apenas a Visão a debruçar-se sobre este tema?
Porquê este silêncio? Quanto dinheiro têm estas empresas investido nas redações portuguesas? Onde está o Público, detido pela Sonae, especialmente visada nesta peça? Onde está o Correio da Manhã? Fosse um dos trabalhadores vizinho de um primo de Sócrates ou ex-jogador de bisca do Sporting, já fazia capa? Onde está o Expresso, do mesmíssimo grupo da Visão, mas com maior alcance semanal, a fazer eco deste cenário?
Onde anda a imprensa – com a honrosa exceção da Visão e do Luís Ribeiro – quando se denuncia um escândalo laboral destas proporções e todos fingem que não se passa nada, ninguém pede esclarecimentos adicionais, ninguém aprofunda as acusações?
Repetimos: não sabemos se as acusações são verdadeiras, mas neste momento estão publicadas, bem fundamentadas e por desmentir cabalmente. Queremos saber o que se passa nestas empresas e com estes trabalhadores e esse papel de procura da verdade cabe aos jornalistas.
Esta reportagem abriu uma janela para as condições laborais destas pessoas. Se continuar a ser ignorada pela restante imprensa, o tema depressa cairá no esquecimento e nada acontecerá. Não podemos deixar que assim seja.
Já se abriram telejornais com menos.
http://visao.sapo.pt/…/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhad…

Já deixei lá o meu comentário:

"Gostava de saber é porque é que vem a referência pejorativa ao Sporting. Até nisto a culpa é do Bruno de Carvalho, será? Não têm reticências por ninguém investigar o corropio de drogas e corrupção de um certo clube?"

Como já aqui disseram, percebeste ao contrário companheiro.
f***-**, até estes...

Os truques da imprensa portuguesa
1 h ·
Começamos com um elogio: a Visão publicou, pela pena de Luís Ribeiro, uma reportagem relevantíssima sobre “A vida dura dos trabalhadores de supermercado”, que partilhamos com todo o gosto, como sempre fazemos nestes casos. Foram ouvidas as duas partes (trabalhadores e empregadores), as fontes estão bem identificadas e o tema é incrivelmente relevante.
Em súmula (mas aconselhamos vivamente a leitura), os trabalhadores de supermercados relatam um autêntico cenário de terror: desde necessidade de autorização prévia para ir à casa de banho (o que levou a que uma operadora se urinasse, em pé, no posto de trabalho), até esperas de 20 minutos para serem escoltados à casa de banho (para assegurar que nenhum trabalhador rouba), passando por desrespeitos pela integridade física dos trabalhadores, objetivos de produtividade “desumanos”, “clima de medo e coerção” e vários desrespeitos pelos direitos laborais, o elenco de acusações é grande e chocante o suficiente, julgamos nós, para despertar a atenção mediática nacional.
A verdade, contudo, é que o resto da imprensa continua conspicuamente silenciosa perante este cenário. O que é de estranhar: afinal, ainda é a mesma imprensa que ecoou em conjunto, erradamente, que uma rua portuguesa tinha sido eleita a mais bonita do mundo; ou que andou uma semana a discutir cânticos ofensivos de claques de futebol, como se os cânticos ofensivos tivessem começado a semana passada.
Perguntamos: perante acusações desta monta – que não sabemos se são verdadeiras, mas que são, pelo menos, gravíssimas, públicas e merecem esclarecimento – justifica-se ter sido apenas a Visão a debruçar-se sobre este tema?
Porquê este silêncio? Quanto dinheiro têm estas empresas investido nas redações portuguesas? Onde está o Público, detido pela Sonae, especialmente visada nesta peça? Onde está o Correio da Manhã? Fosse um dos trabalhadores vizinho de um primo de Sócrates ou ex-jogador de bisca do Sporting, já fazia capa? Onde está o Expresso, do mesmíssimo grupo da Visão, mas com maior alcance semanal, a fazer eco deste cenário?
Onde anda a imprensa – com a honrosa exceção da Visão e do Luís Ribeiro – quando se denuncia um escândalo laboral destas proporções e todos fingem que não se passa nada, ninguém pede esclarecimentos adicionais, ninguém aprofunda as acusações?
Repetimos: não sabemos se as acusações são verdadeiras, mas neste momento estão publicadas, bem fundamentadas e por desmentir cabalmente. Queremos saber o que se passa nestas empresas e com estes trabalhadores e esse papel de procura da verdade cabe aos jornalistas.
Esta reportagem abriu uma janela para as condições laborais destas pessoas. Se continuar a ser ignorada pela restante imprensa, o tema depressa cairá no esquecimento e nada acontecerá. Não podemos deixar que assim seja.
Já se abriram telejornais com menos.
http://visao.sapo.pt/…/2017-04-15-A-vida-dura-dos-trabalhad…

Já deixei lá o meu comentário:

"Gostava de saber é porque é que vem a referência pejorativa ao Sporting. Até nisto a culpa é do Bruno de Carvalho, será? Não têm reticências por ninguém investigar o corropio de drogas e corrupção de um certo clube?"

Como já aqui disseram, percebeste ao contrário companheiro.

OK  :great:
A notícia de capa do Record sobre a medalha da Joana Ramos também está muito bem.
Atleta dos lampios? Talvez dos porcos, se virmos a capa da Bosta.
A notícia de capa do Record sobre a medalha da Joana Ramos também está muito bem.
Atleta dos lampios? Talvez dos porcos, se virmos a capa da Bosta.

Atleta portuguesa...agora se matar alguém, for multada por atravessar fora da passadeira ou der um chuto num cão, aí já é Sportinguista.
A notícia de capa do Record sobre a medalha da Joana Ramos também está muito bem.
Atleta dos lampios? Talvez dos porcos, se virmos a capa da Bosta.
Em ABosta o tom é azul, no Rascord é vermelho.
«Opiniões divergentes não significam ataques pessoais»
A notícia de capa do Record sobre a medalha da Joana Ramos também está muito bem.
Atleta dos lampios? Talvez dos porcos, se virmos a capa da Bosta.
Em ABosta o tom é azul, no Rascord é vermelho.

Pois, o verde devia estar esgotado.  :wall:
É isto! :wall: :wall: :wall:

Citar
Não digo que somos candidatos, que se isto e aquilo ganhamos. Digo que no próximo mandato VAMOS ser Campeões, e mais do que uma vez.
Adoro adeptos exigentes, que saibam que o segundo é o primeiro dos últimos que queiram sempre mais, que exijam sempre. Adoro essa cultura.
- Sr. Presidente Bruno de Carvalho