Jorge Jesus - Treinador do Sporting Clube de Portugal

Gali, Veks, RS29, Xpao e 4 Visitantes estão a ver este tópico.

Não vejo lógica, num jogo em o bloco obviamente seria baixo, ter no ataque jogadores lentos e que jogam de cadeirinha.

Does not compute.

É um erro grosseiro, IMO, do treinador. Um erro, mas só um.

Eu teria invertido as posições de B César e Acuña, mas é mais pacífico aqui. O que não faltaram foi momentos nesta fase de grupos onde, mesmo com Dost, não conseguimos sair do MC por momentos prolongados de tempo. No fundo, acho que mesmo com outras opções o resultado prático seria o mesmo, mas sim, colocar Ruiz foi um pouco de falta de ambição, ainda que não seja grande drama para mim.

Mas esses momentos têm um denominador comum, quase sempre. Raramente se optou, no decorrer dos jogos, por refrescar o ataque, algo que permitisse à equipa ter/manter alguma agressividade ofensiva.

Daí acabarmos os jogos com o credo nas mãos, mais do que o necessário.

Em que jogos Podence entrou? Não houve espaço para ele quando em quase todos os jogos, os alas rebentaram?
E Doumbia, que entra nos 2 jogos contra a Juventus a partir dos 84, 85 minutos, com Dost nas lonas há muito tempo?

As substituições tipos foram sempre na linha de baixar mais o bloco. Até se percebe. O que não se percebe é que nunca foram no sentido de dar mais frescura e a tal agressividade ofensiva ao ataque. Nunca.

Nunca, até ontem, num contexto especifico, onde poupaste vários dos melhores jogadores.

Eu não gosto do futebol do César e incomoda-me vê-lo no 11, mas é uma opção do treinador que tenho que aceitar nem vou andar sempre a bater na mesma tecla. Já há muito que perdi a paciência com Alan, mas não ando a fazer festivais por causa de gostos, tolerâncias ou paciência que tenho ou deixo de ter.

O que me causa urticária é a matriz das escolhas, onde não há lugar ( com excepção de Gelson que está em clara implosão e continua a ser sobrecarregado ) à irreverência e/ou à juventude e/ou à criatividade, resultando em processos previsiveis, prioritizando os equilibrios defensivos e no ataque, à capacidade de algumas individualidades resolverem o problema ( eficácia de Dost, a clarividência de BF e a um Gelson que tanto bate que até que fura, até ao dia que rebente ).

JJ fez muita coisa bem na Champions.

Se calhar, até o mais dificil.

Faltou em fases criticas e sem qualquer necessidade de desequilibrios estruturais, dar a estocada final.

A mim não me passa pela cabeça num jogo em que se poupa Gelson e Dost, que não se use Podence. Não passa. Não consigo encaixar, face às alternativas que existem e já dou de barato, que remédio, a questão Iuri. Não conta, não conta.



Ao terminar no 3.º lugar do grupo D, o Sporting foi repescado para a Liga Europa. Agora, muito do que a equipa de Jorge Jesus pode fazer nos 16 avos de final está condicionado a ter, ou não, estatuto de cabeça de série. Para o conseguir, terá de ficar entre os melhores terceiros classificados da fase de grupos da Champions.

Nesta altura, e com quatro grupos já encerrados, o Sporting ocupa a 3.ª posição na 'classificação' dos terceiros classificados. Tem 7 pontos e 8-9 em golos. Melhor estão CSKA Moscovo (com 9 pontos) e Atlético Madrid (7 pontos e 5-4 em golos). Pior está o Celtic (3 pontos).

Por isso, tudo será decidido nos jogos desta quarta-feira. A boa notícia é que no grupo H, o terceiro classificado (Dortmund ou APOEL, ambos com 2 pontos) nunca fará melhor do que o Sporting. Sobram três equipas e, para ser cabeça de série, os leões precisam que pelo menos duas delas façam pior do que 7 pontos e 8-9 em golos.

No grupo E, o Spartak Moscovo tem 6 pontos e 9-6 em golos. Vai jogar a casa do Liverpool, que ainda não garantiu um posto nos oitavos da Champions. Se empatar, a equipa russa terá melhor diferença de golos do que os portugueses.
No grupo F, o Nápoles soma 6 pontos e 10-9 em golos. Vai jogar a casa do Feyenoord e precisa de vencer para poder seguir na Champions. Se empatar, também ficará melhor do que o Sporting.

No grupo G, RB Leipzig e FC Porto têm ambos sete pontos. Se empatarem os respetivos jogos, os alemães serão terceiros e chegarão aos oito pontos. E mesmo que o Leipzig perca por 1 golo, terá sempre vantagem sobre a equipa de Jorge Jesus, pois tem mais golos marcados. Caso seja o FC Porto terceiro, só ficará pior do que o Sporting se perder com o Monaco por quatro golos.

Ser cabeça de série na Liga Europa permitirá evitar os primeiros classificados dos 12 grupos da prova, bem como os 4 melhores terceiros da Champions. Nesta altura, e com cinco jornadas disputadas da competição, há equipas que já garantiram esse estatuto. É o caso de Villarreal, AC Milan, Arsenal, RB Salzburgo, Lazio e CSKA Moscovo.

Ai está mais uma prova do que é ser TUGA, ah e tal somos os maiores e coiso, mas é ver ainda não existiu sorteio jáse chora pelo mais fraco.

São bons e tem vontade e são capazes de ombrear com os melhores, então venha qualquer adversário.

Ó Rui, poupa as pessoas com a trampa dos rankings, que serve para umas coisas e não para outras. Vê, já agora, o Ranking das selecções.

O ranking do Sporting é o que é, também porquê? Ou já nos esquecemos do que aconteceu nos últimos 5 anos?

Não falei em ranking embora o recorte de jornal fale nele, queria apenas mostrar o medo dos melhores mesmo antes do sorteio, desculpa se com isso te induzi em erro.

Os últimos 5 anos? É pouco eu diria os últimos 30 que faz o ranking é a CORRUPÇÃO que se faz em Portugal, porto e benfica estão onde estão devido unicamente ao roubo que fazem no tugão e com ele conseguem os grupos da treta sendo sempre cabeças de serie saídos de um campeonato corrupto.

Sempre que apanham uma equipa como o SPORTING tem que apanhar estão fora, não valem um corno Portugal é fraquissimo.

23-03-2013 A noite mais feliz da minha vida como Sportinguista.
A partir de agora mandamos nós e o Sporting terá o seu caminho novamente, quero vos agradecer a todos e dizer claramente para que toda a gente oiça:
Viva o Sporting Clube de Portugal! É nosso outra vez!
Palavras do Presidente do Sporting Clube de Portugal, Bruno de Carvalho. Bem haja Presidente!
Não vejo lógica, num jogo em o bloco obviamente seria baixo, ter no ataque jogadores lentos e que jogam de cadeirinha.

Does not compute.

É um erro grosseiro, IMO, do treinador. Um erro, mas só um.

Eu teria invertido as posições de B César e Acuña, mas é mais pacífico aqui. O que não faltaram foi momentos nesta fase de grupos onde, mesmo com Dost, não conseguimos sair do MC por momentos prolongados de tempo. No fundo, acho que mesmo com outras opções o resultado prático seria o mesmo, mas sim, colocar Ruiz foi um pouco de falta de ambição, ainda que não seja grande drama para mim.

Mas esses momentos têm um denominador comum, quase sempre. Raramente se optou, no decorrer dos jogos, por refrescar o ataque, algo que permitisse à equipa ter/manter alguma agressividade ofensiva.

Daí acabarmos os jogos com o credo nas mãos, mais do que o necessário.

Em que jogos Podence entrou? Não houve espaço para ele quando em quase todos os jogos, os alas rebentaram?
E Doumbia, que entra nos 2 jogos contra a Juventus a partir dos 84, 85 minutos, com Dost nas lonas há muito tempo?

As substituições tipos foram sempre na linha de baixar mais o bloco. Até se percebe. O que não se percebe é que nunca foram no sentido de dar mais frescura e a tal agressividade ofensiva ao ataque. Nunca.

Nunca, até ontem, num contexto especifico, onde poupaste vários dos melhores jogadores.

Eu não gosto do futebol do César e incomoda-me vê-lo no 11, mas é uma opção do treinador que tenho que aceitar nem vou andar sempre a bater na mesma tecla. Já há muito que perdi a paciência com Alan, mas não ando a fazer festivais por causa de gostos, tolerâncias ou paciência que tenho ou deixo de ter.

O que me causa urticária é a matriz das escolhas, onde não há lugar ( com excepção de Gelson que está em clara implosão e continua a ser sobrecarregado ) à irreverência e/ou à juventude e/ou à criatividade, resultando em processos previsiveis, prioritizando os equilibrios defensivos e no ataque, à capacidade de algumas individualidades resolverem o problema ( eficácia de Dost, a clarividência de BF e a um Gelson que tanto bate que até que fura, até ao dia que rebente ).

JJ fez muita coisa bem na Champions.

Se calhar, até o mais dificil.

Faltou em fases criticas e sem qualquer necessidade de desequilibrios estruturais, dar a estocada final.

A mim não me passa pela cabeça num jogo em que se poupa Gelson e Dost, que não se use Podence. Não passa. Não consigo encaixar, face às alternativas que existem e já dou de barato, que remédio, a questão Iuri. Não conta, não conta.



Ao terminar no 3.º lugar do grupo D, o Sporting foi repescado para a Liga Europa. Agora, muito do que a equipa de Jorge Jesus pode fazer nos 16 avos de final está condicionado a ter, ou não, estatuto de cabeça de série. Para o conseguir, terá de ficar entre os melhores terceiros classificados da fase de grupos da Champions.

Nesta altura, e com quatro grupos já encerrados, o Sporting ocupa a 3.ª posição na 'classificação' dos terceiros classificados. Tem 7 pontos e 8-9 em golos. Melhor estão CSKA Moscovo (com 9 pontos) e Atlético Madrid (7 pontos e 5-4 em golos). Pior está o Celtic (3 pontos).

Por isso, tudo será decidido nos jogos desta quarta-feira. A boa notícia é que no grupo H, o terceiro classificado (Dortmund ou APOEL, ambos com 2 pontos) nunca fará melhor do que o Sporting. Sobram três equipas e, para ser cabeça de série, os leões precisam que pelo menos duas delas façam pior do que 7 pontos e 8-9 em golos.

No grupo E, o Spartak Moscovo tem 6 pontos e 9-6 em golos. Vai jogar a casa do Liverpool, que ainda não garantiu um posto nos oitavos da Champions. Se empatar, a equipa russa terá melhor diferença de golos do que os portugueses.
No grupo F, o Nápoles soma 6 pontos e 10-9 em golos. Vai jogar a casa do Feyenoord e precisa de vencer para poder seguir na Champions. Se empatar, também ficará melhor do que o Sporting.

No grupo G, RB Leipzig e FC Porto têm ambos sete pontos. Se empatarem os respetivos jogos, os alemães serão terceiros e chegarão aos oito pontos. E mesmo que o Leipzig perca por 1 golo, terá sempre vantagem sobre a equipa de Jorge Jesus, pois tem mais golos marcados. Caso seja o FC Porto terceiro, só ficará pior do que o Sporting se perder com o Monaco por quatro golos.

Ser cabeça de série na Liga Europa permitirá evitar os primeiros classificados dos 12 grupos da prova, bem como os 4 melhores terceiros da Champions. Nesta altura, e com cinco jornadas disputadas da competição, há equipas que já garantiram esse estatuto. É o caso de Villarreal, AC Milan, Arsenal, RB Salzburgo, Lazio e CSKA Moscovo.

Ai está mais uma prova do que é ser TUGA, ah e tal somos os maiores e coiso, mas é ver ainda não existiu sorteio jáse chora pelo mais fraco.

São bons e tem vontade e são capazes de ombrear com os melhores, então venha qualquer adversário.

Ó Rui, poupa as pessoas com a trampa dos rankings, que serve para umas coisas e não para outras. Vê, já agora, o Ranking das selecções.

O ranking do Sporting é o que é, também porquê? Ou já nos esquecemos do que aconteceu nos últimos 5 anos?


@Lion73


para mim, 19 em 20 jogos no Camp Nou vão terminar com vitória do Barça sobre nós, ok? Por isso muitas vezes terei que fazer a análise não em função de perder ou ganhar, mas sim do modo como competi até perder, porque esse é o resultado expectável, infelizmente.

JJ tem muitos defeitos e algumas opções incompreensíveis, isto está para lá da discussão.

Todavia, a nível externo, ele colocou o Sporting num patamar mais próximo de vencer (não é vencer, é próximo de vencer) do que qualquer outro de que eu tenha memória.

Hoje competimos na Champions onde antes competíamos na UEFA e muitas vezes saíamos sem honra nem glória. OK, não há glória em sair da Champions na fase de grupos, mas há muita honra em ir ao Bernabéu e levar o jogo para lá do minuto 90. Ir disputar o jogo a Dortmund; ir causar calafrios a Turim, claudicando também perto do fim.

Em muitos destes jogos, e há-de haver aí um comentário meu qualquer precisamente a referir isso, as substituições são de marcha-atrás quando já temos dificuldades em esticar e acabamos por nos encurralar a nós mesmos. Também não compreendo, acho que é contraproducente e acabamos por andar a pagar essa falta de ambição. Eu não tenho comentado tanto nos últimos tempos, mas há aí um comentário meu a referir isso mesmo.

Ainda assim, aquilo que Jesus tem dado de mau, de incompreensível, de inconcebível, de verborreia, tem sido claramente inferior àquilo que nos tem oferecido em termos de crescimento e projecção internacional. Este ano estivemos claramente on the brink e com um pouco de felicidade, cá com o Barça ou em 1 dos 2 jogos com a Juve, a coisa tinha-se composto e podíamos ter passado. E isto num grupo com o finalista vencido da Champions e com o Barça, com o/um dos melhores de todos os tempos.

A nível interno vou guardar uma análise mais global para mais tarde, a coisa ainda está muito titubeante, isto tanto pode virar para uma época inesquecível como outra para esquecer, aí, o futuro de JJ está nas mãos do próprio.

A nível internacional, apesar e ter algumas coisas que não entendo e que não gosto, para já arrumo a viola face ao panorama global. Melhor que o que fizemos seria ou um milagre ou um colapso muito grande de qualquer um dos outros 2 tubarões... ganhámos a quem tínhamos de ganhar, lá e cá, e fizemos algo que, para mim, está além das nossas reais capacidades. A equipa superou-se, bateu-se, mas no fim ganhou quem era mais forte - certo, mas tiveram que suar que se lixaram, coisa que durante muitos anos não era necessária para vencer o Sporting lá fora.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
Citar
dá-me o teu tupperware!*: «Terramoto, Maremoto»

Sinceramente, gostaria de vos escrever sobre a melhoria do desempenho desportivo da equipa de futebol este ano, dos bons desempenhos individuais, das vedetas que emergem, das modalidades onde seguimos em primeiro, do aumento estável e progressivo do número de sócios, todas estas coisas positivas que nos alegram os dias. Mas, tendo a entender este estado de optimismo como frugal, especialmente quando olho para o que vale tudo isto agora e como poderá ser afectado com as ocorrências marginais oriundas do submundo do nosso universo desportivo.

Todos conseguimos imaginar (e sim…é uma mania de perseguição) que mais dia, menos dia, teremos uma série de “acasos” perturbadores, aqueles “azares” provocados por terceiros que nos farão perder a calma e nos farão voltar, primeiro às cabeçadas com as instâncias de poder e depois a uma contestação interna irresistível…onde treinadores, jogadores, dirigentes valerão pouco mais do que lixo. À excepção da 1ª época de JJ e da temporada de Jardim (por razões distintas que todos conhecem) tem sido essa a nossa sina. Roubados primeiro e hecatombe interna logo de seguida. É como se no Sporting a melhor solução para um terramoto, seja ir a correr para a costa de encontro ao maremoto.

Tenho por garantido que esta reação autofágica se deve a um profundo estado de ansiedade. Ao mínimo sinal ou promessa de insucesso, grande parte dos adeptos leoninos não redobra o apoio e cerra fileiras…redobra a desconfiança e cerra os dentes para dentro do clube. Não vale a pena nos ausentarmos deste quadro, não vale a pena afirmar que somos alheios a este comportamento – nós somos mesmo assim. Aquando o empate com o Moreirense ou o Braga já não faltou quem não começasse a raspar as cabeças dos fósforo em tudo o que era promissor de atrito suficiente. Aconteceu mesmo. Várias semanas depois estamos em 1º lugar, novamente.

Há sempre lugar para aprender e sobretudo apreender que no desporto os problemas não se resolvem dando coices em tudo o que mexe e rebolar no chão em lágrimas. Não se resolve nada querendo que todos saiam ou não sei quantos entrem. Isso não é resolver…é apenas começar de novo. Vão se as ideias, vão se as convicções e as certezas. Vai-se a confiança e gera-se um estado de psicose grave onde se é tão bom e merecedor do clube como o último resultado da equipa de futebol. Isto não leva a crescimento e a evolução alguma, em lado algum do planeta, seja em que área de actividade for. Projectos? Programas? Gestão? Tudo pela janela…

É claro que não defendo que sejam dados cheques em branco a qualquer dirigente, treinador ou atleta. Defendo sim, que não devemos fazer avaliações sumárias assentes em ocorrências pontuais, nem desenraizadas do contexto competitivo. Confesso que sempre que vem a público mais uma bronca do caso dos emails, fico com a nítida sensação que o Sporting não andou/anda a concorrer com as mesmas armas dos seus rivais. E não deve ser por acaso que não existiu ainda nenhum apito verde, não há emails verdes, nem padres verdes. Não há porque, acima de tudo, firmámos a nossa frontal oposição ao sistema e nos isentámos de injectar dinheiro ou favores junto dos “vendíveis” ou “vendáveis” da nossa praça.

Digam o que disserem, a única mancha da nossa reputação ficou saldada com a denúncia, condenação e expulsão de sócio de PPC (e nem sequer estamos a falar de uma tentativa de desvirtuar um resultado desportivo, mas sim um acto falhado de difamação).

Tudo o que está a acontecer no futebol português (e isto estende-se bastante mais longe do que isso) deve merecer-nos uma grande reflexão. Como adeptos e sendo um clube um conjunto de adeptos, temos de tomar algumas decisões e sobretudo adoptar alguns comportamentos como consequência das mesmas. Estaremos a lutar num plano de igualdade pelos títulos? Estará o Sporting, continuadamente e hoje mesmo, a ser secundarizado num qualquer jogo de influências? Irá a próxima equipa de arbitragem apitar-nos de forma isenta, sem “missas encomendadas”? O Presidente da Liga ou da FPF merece a nossa confiança ou lealdade institucional? Podemos confiar num Governo que se isenta, a cada passo, de acabar com esta pouca-vergonha?

Convictamente digo-vos que não. A resposta só pode ser não. Nada nem ninguém nos pode dar algum tipo de segurança. É literalmente impossível passar por uma década de Apito Dourado sem consequências e agora, depois de tomar conhecimento que estamos em pleno Apito Abençoado, continuar a confiar que o que vemos nos campos e nas secretarias não está completamente afectado por interesses e jogos de influências. É por essa razão e é de enorme importância, que todos os sportinguistas devem estar atentos e ser justos no apoio às várias equipas que vestem a nossa camisola. Não podemos, mesmo, cair na eterna armadilha do terramoto e maremoto que vos falei no início.

Ah…e antes que me esqueça…malta dos assobios à equipa em Alvalade (é que nem ganhando…) por favor tomem qualquer coisa fixe antes de irem para o jogo. Já não se suporta. A sério que não.

*às quartas, o Leão de Plástico passa-se da marmita e vira do avesso a cozinha da Tasca


A Tasca do Cherba

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Que grande texto!
Imagino a caixa de comentários :lol:
Mente-me que eu gosto.
"They are rage: brutal, without mercy. But you. You will be worse. Rip and tear, until it is done."
Acho que enquanto o mestre da tática for o treinador não devíamos jogar competições na Europa, isto é uma grande chatice para ele e para alguns foristas que aqui andam...
Depois do jogo contra o Barcelona e a dificuldade que temos tido em criar e principalmente materializar na fase ofensiva, acho que o mister Jorge Jesus devia pensar numa mudança tática. Uma revolução mesmo.

Percebo quem me diga que a meio da época é difícil mudar de esquema e estratégias, mas acho que teríamos jogadores com qualidade suficiente e inteligência para absorver as novas ideias.

Além do mais acredito que esta tática é a que se adequa mais aos jogadores que temos e formamos.
E apenas clubes ricos podem definir uma tática e depois comprar quem quiserem para desempenharem os papéis pré-estabelecidos.

O futebol está a mudar para uma fase mais física e posicional. Ainda me lembro nos meados de 2006/07 a mudança de Guardiola e o tiki-taka no mundo do futebol. O novo 4x3x3 com MD tornou-se moda e muitas equipas usam-na, hoje. Agora começam a aparcer os 3x4x3 e 3x5x2 com laterais adaptados a centrais. Com Conte, Guardiola, Mourinho, Wenger e muitos outros a usarem-na.

Portanto, meu caro JJ vamos falar de bola.  :mrgreen:

Era só isto.

[Também tenho os posicionamentos em momentos de posse, defensivos e transição, se alguém tiver interessado]



Assim a meu ver as posições que os jogadores poderiam desempenhar seriam:

Rui - Salin - Pedro Silva claros 1.
Maximiano na espreita.

André Pinto unicamente capaz de realizar a posição 2, devido à falta de mobilidade.

Mathieu pode jogar nas posições 2 e 3. Atenção ao Abdu Conté que aqui assentava que nem uma luva.

Já o Coates jogaria de preferência na posição 2 mas em jogos onde os avançados adversários não se caracterizem pela velocidade e agilidade, poderá jogar a 4. Sinto que poderíamos tentar o Edgar Ié pois é um central muito ajustado para a posição 4 e dava-nos um central móvel para o lado direito.

Depois temos Piccini. Provou em Barcelona que é o terceiro central do futebol moderno. Gostava de o ver bastante na posição 4 que parece que foi feita pra ele. Invariavelmente em jogos mais físicos onde pudessemos jogar com três centrais "puros", o italiano poderia passar para a posição 6.

Coentrão tal como o seu colega que veio do Bétis, poderia jogar tanto a central como ala. Mas ao contrário de Piccini jogaria muito mais na posição 5 do que na posição 3.

Jonathan Silva, só o via jogar na posição 5, mas acredito que perderia muito espaço no plantel.

Ristovski poderia jogar apenas e só na posição 6, mas seria muito útil.

Mattheus Oliveira e Battaglia apenas capazes de jogar na posição 8.

Bruno Fernandes poderia jogar a 8 e avançar no terreno, jogando na posição 7.

Bruno César, outro jogador útil, poderia fazer várias posições: 5, 8 e até 7.

Podence limitaria-se a jogar na posição 7, pois não acredito que tenha características para descer para uma ala nesta formação. O mesmo com Alan que acredito que poderia benefeciar bastante jogando a 7.

Gelson poderia fazer o papel de 6, mas preferencialmente, 7. Treina-me a finalização Gelsinho.

Dost - Dala - Doumbia, triple D os 9 na nossa formação. O triângilo da frente é invertível, podendo dois destes jogar lado a lado.

Iuri, Tobias, Petrovic, Bryan para mim, cartas fora do baralho.

As adpatações ou jogadores mais interessantes:

Acuña, o jogador mais versátil poderia fazer as posições 7, 8 e 5. Além do mais gostava de o ver numa posição diferente. Sei que pode não ser muito consensual, mas acredito que poderia jogar a 3 nesta formação.

William além da típica posição central no meio campo, a 8, poderia em jogos onde tivéssemos bastante posse, jogar na posição 2 vendo todo o jogo à sua frente.

Rafael Leão, sabem que acredito muito neste menino. Poderia jogar na posição 7 para mexer o jogo como só ele sabe, dando também golo à equipa. Em jogos de transições poderia perfeitamente deslocar-se para a posição 9.

Palhinha poderia beneficiar bastante com esta revolução tática, gostava de o ver mais na posição 2 onde acredito que possa brilhar. Não seria de estranhar vê-lo também a 8 e 4.
« Última modificação: Dezembro 07, 2017, 09:42 am por Smokin'Joe »
.l.
@Smokin'Joe Esse meio-campo é que era um passador do caraças, mas suponho que esta táctica esteja pensada para carregar nos pequenos por isso em princípio até podes sofrer mas marcas muito mais. É preciso lembrar que por exemplo o Guardiola joga com 3 defesas mas tem o Fernandinho a 6, que estanca o meio-campo e ajuda na saída.
Colocares o Iuri fora do baralho em vez do Alan é um bocado estúpido porque o Iuri é mesmo jogador dessa posição 7, do lado direito. A meter passes a rasgar, bolas na cabeça do Dost, ou a mandar bujardos de fora da área.
« Última modificação: Dezembro 07, 2017, 02:57 am por Airstrike »
Chat shit get banged.
https://www.lateralesquerdo.com/2017/12/06/nao-ha-vitorias-morais/

Um grande texto sobre JJ, porque um dia ainda vamos ver os mesmos chorões cá do sítio dizer que não jogamos nada e que afinal a equipa era outra com JJ.

Pelo fórum há muitos que só conseguem segurar na retina o presente. O presente imediato. O jogo de ontem já foi, o jogo de amanhã não me interessa, é só hoje, este minuto, o minuto em que JJ não fez o 11 que eu queria, o minuto em que não lançou o jogador que eu queria ver jogar, o minuto em que um avançado não meteu a bola lá dentro - culpa dele e de JJ.

Enfim, tenho medo do futuro, porque sei do passado.

O futebol do Sporting esteve anos e anos seguidos em coma. A forma como não se considera o passado no futebol é alarmante. Sofri anos e anos seguidos de futebol de totobola, há outros que não devem ter sofrido, conseguem olhar para o nosso jogo e dizer que não serve (ou será que não chega? Se assim for, vão ter de esperar, querem títulos com bom futebol e sem controlar o sistema? São precisos ANOS). Que a nossa direcção tenha clarividência e que não se deixem levar por emoções que só e apenas servem para destruir todo este bom trabalho. 
Nunca vi um treinador a ter resultados tão banais e a ser tão endeusado. Não raras vezes coloca-se o treinador e inclusivamente o presidente acima do próprio clube.

O caminho para JJ torna-se evidente: Ou é campeão ou sai no final da época.

O medo de voltar ao passado e o típico-chavão "JJ ou o caos" faz-me lembrar o que era dito na dinastia croquete. Parece que a mentalidade regenerou com caras novas.

Em relação à notícia do jogo sobre as opções do treinador não terem caído bem no grupo e na SAD: Não me admirava que de facto não tivesse caído bem (a mim, não me caiu certamente) mas as fontes deles são "0". Mandaram para o ar algo que até é previsível com o único intuito de desestabilizar. As opções em Barcelona nada mais foram que uma tentativa, absurda, de se auto-defender em caso de derrota. Se tivesse um pingo de ambição, mesmo deixando Gelson de fora, teria apostado numa equipa contida, mas dinâmica na frente (Podence e Leão) / (Podence e Dala) - e isto já numa óptica de "poupança". Em contrapartida, joga-me com dois seres que fazem da vertente estática o seu ponto mais forte (Bruno César e Alan Ruiz).
Isto não tem ponta de racionalidade.


Como já ando nisto há alguns anos e por todos os sinais e mais alguns, duvido que em Maio estejamos no Marquês a festejar o título de campeão nacional.
« Última modificação: Dezembro 07, 2017, 09:45 am por dude_31 »
@Smokin'Joe Esse meio-campo é que era um passador do caraças, mas suponho que esta táctica esteja pensada para carregar nos pequenos por isso em princípio até podes sofrer mas marcas muito mais. É preciso lembrar que por exemplo o Guardiola joga com 3 defesas mas tem o Fernandinho a 6, que estanca o meio-campo e ajuda na saída.
Colocares o Iuri fora do baralho em vez do Alan é um bocado estúpido porque o Iuri é mesmo jogador dessa posição 7, do lado direito. A meter passes a rasgar, bolas na cabeça do Dost, ou a mandar bujardos de fora da área.

Este onze é o que usaríamos e em 90% do jogos diante equipas inferiores.

Eu só coloquei o Iuri de fora pois me parece que o JJ não conta com ele.
.l.
O Sporting não tem obrigação de passar num grupo onde estão Barcelona e Juventus, mas tem obrigação de fazer tudo o que está ao seu alcance para passar e isso não foi feito. Não aceito que se jogue uma primeira parte em Barcelona com dez jogadores em vez de onze por opção do treinador.
Nunca vi um treinador a ter resultados tão banais e a ser tão endeusado. Não raras vezes coloca-se o treinador e inclusivamente o presidente acima do próprio clube.

O caminho para JJ torna-se evidente: Ou é campeão ou sai no final da época.

O medo de voltar ao passado e o típico-chavão "JJ ou o caos" faz-me lembrar o que era dito na dinastia croquete. Parece que a mentalidade regenerou com caras novas.

Em relação à notícia do jogo sobre as opções do treinador não terem caído bem no grupo e na SAD: Não me admirava que de facto não tivesse caído bem (a mim, não me caiu certamente) mas as fontes deles são "0". Mandaram para o ar algo que até é previsível com o único intuito de desestabilizar. As opções em Barcelona nada mais foram que uma tentativa, absurda, de se auto-defender em caso de derrota. Se tivesse um pingo de ambição, mesmo deixando Gelson de fora, teria apostado numa equipa contida, mas dinâmica na frente (Podence e Leão) / (Podence e Dala) - e isto já numa óptica de "poupança". Em contrapartida, joga-me com dois seres que fazem da vertente estática o seu ponto mais forte (Bruno César e Alan Ruiz).
Isto não tem ponta de racionalidade.


Como já ando nisto há alguns anos e por todos os sinais e mais alguns, duvido que em Maio estejamos no Marquês a festejar o título de campeão nacional.

Os "resultados banais" são um rótulo que tanto podem servir para o trabalho do treinador como para o do presidente.

Como ainda não me esqueci de onde andávamos há uns anos, não sou mal-agradecido a nenhum dos 2. E com isto não estou a desculpar a última época de Jesus, que é inaceitável a todos os níveis, mas andar extremamente indignado com derrotas pela margem mínima com equipas como o Real, a Juve, o Barça ou o Dortmund só mostra que mesmo os melhores adeptos do mundo conseguem por vezes ser os mais absurdos.

Exigir o apuramento num grupo com Barça e Juve, a sério? Então, e não é o apuramento que exigem, estão a pedir a cabeça do treinador porque meteu Ruiz? É que Ruiz já nos custou bem mais que em Barcelona, não é só de agora...

Às vezes falta um bocadinho de memória e de noção geral das coisas, do que o Sporting era, do que é e do que pode ser.

O futuro de Jesus ditar-se-á pelo que ele ainda fará a nível interno esta época, porque a nível externo estão mais do que cumpridos os objectivos mínimos, depois de se saber com quem tínhamos que jogar.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!
 Foi o Jorge Jesus, juntamente com o Presidente (ou vice-versa), que nos tem ensinado a sermos exigentes, a querer sempre mais e que essa é a mentalidade certa. Ora, então se é para subir os níveis de exigência, convém então depois agir de acordo com essa forma de estar no Sporting, é pouco incoerente elevar os níveis de exigência e depois reclamar que somos demasiado exigentes.

 A primeira-parte do Sporting em Camp Nou foi má. Jogamos com 10 jogadores, faltou-nos pressão defensiva, criamos pouco ou nada de jogo ofensivo. Podem colocar cá os links que quiserem (o Lateral Esquerdo é muito tendencioso, no que toca ao Jorge Jesus), que isso dificilmente apagará o que todos viram e onde a opinião é consensual.

 Agora é passado. Mas o passado dá indícios do que será o futuro. Veremos se este jogo terá réplica ou se foi um mero acaso. Sei que temos vindo a jogar mal na Liga, ganhamos e isso é o mais relevante, mas uma equipa que joga estará sempre mais perto de perder pontos, ao invés de os ganhar. Exigência. Ensinaram-nos, criticaram-nos por falta da mesma, agora convém colocar a equipa de acordo com os valores que nos transmitiram, com as promessas que fizeram.

 Jorge Jesus é um bom treinador, muito bem remunerado, creio que é algo básico exigir mais qualidade no nosso futebol, aqui a crítica centra-se no que fazemos na Liga. Na Champions ainda sonhamos e o treinador é muito responsável por isso, o que é justo de assinalar e reconhecer mérito. Mas agora a guerra é outra e aí a qualidade, a consistência, a regularidade exibicional, anda muito abaixo do espectável.

 Creio que devemos evitar entrar no diapasão, Jorge Jesus ou o caos. Sobretudo quando pagamos o que pagamos.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
É evidente, jogámos com o Barcelona, só uma das melhores equipas do Mundo...portanto com JJ, ou com outro treinador, era um resultado "normal", perder em Nou Camp...
Agora, já há muito que perdi a paciência com o JJ e com o...Alan Ruiz...
Para que não restem dúvidas, também temos actualmente um dos plantéis mais caros, que foi colocado à disposição de um treinador...
Cada um que tire as suas conclusões...
Nunca vi um treinador a ter resultados tão banais e a ser tão endeusado. Não raras vezes coloca-se o treinador e inclusivamente o presidente acima do próprio clube.

O caminho para JJ torna-se evidente: Ou é campeão ou sai no final da época.

O medo de voltar ao passado e o típico-chavão "JJ ou o caos" faz-me lembrar o que era dito na dinastia croquete. Parece que a mentalidade regenerou com caras novas.

Em relação à notícia do jogo sobre as opções do treinador não terem caído bem no grupo e na SAD: Não me admirava que de facto não tivesse caído bem (a mim, não me caiu certamente) mas as fontes deles são "0". Mandaram para o ar algo que até é previsível com o único intuito de desestabilizar. As opções em Barcelona nada mais foram que uma tentativa, absurda, de se auto-defender em caso de derrota. Se tivesse um pingo de ambição, mesmo deixando Gelson de fora, teria apostado numa equipa contida, mas dinâmica na frente (Podence e Leão) / (Podence e Dala) - e isto já numa óptica de "poupança". Em contrapartida, joga-me com dois seres que fazem da vertente estática o seu ponto mais forte (Bruno César e Alan Ruiz).
Isto não tem ponta de racionalidade.


Como já ando nisto há alguns anos e por todos os sinais e mais alguns, duvido que em Maio estejamos no Marquês a festejar o título de campeão nacional.

Os "resultados banais" são um rótulo que tanto podem servir para o trabalho do treinador como para o do presidente.

Como ainda não me esqueci de onde andávamos há uns anos, não sou mal-agradecido a nenhum dos 2. E com isto não estou a desculpar a última época de Jesus, que é inaceitável a todos os níveis, mas andar extremamente indignado com derrotas pela margem mínima com equipas como o Real, a Juve, o Barça ou o Dortmund só mostra que mesmo os melhores adeptos do mundo conseguem por vezes ser os mais absurdos.

Exigir o apuramento num grupo com Barça e Juve, a sério? Então, e não é o apuramento que exigem, estão a pedir a cabeça do treinador porque meteu Ruiz? É que Ruiz já nos custou bem mais que em Barcelona, não é só de agora...

Às vezes falta um bocadinho de memória e de noção geral das coisas, do que o Sporting era, do que é e do que pode ser.

O futuro de Jesus ditar-se-á pelo que ele ainda fará a nível interno esta época, porque a nível externo estão mais do que cumpridos os objectivos mínimos, depois de se saber com quem tínhamos que jogar.
Vamos lá por partes:

O trabalho prossecutado por BdC à frente do clube não tem paralelo com o de JJ. O presidente levantou um clube das cinzas (a minha memória não é de todo curta). Ao contrário daqueles que dizem "ah e tal, votei no presidente mas...", muitos deles nem lá meteram os pés nem esperaram como eu madrugada dentro no Alvaláxia à espera dos resultados. Portanto, penso eu, ter legitimidade mais que suficiente para apontar falhas (que as há) ao trabalho do presidente. A gratidão é muito bonita mas torná-la eterna, está fora de questão.

Em relação ao treinador:

BdC ano após ano cedeu a muitos caprichos de JJ (Elias à cabeça- todos sabemos como o jogador na altura saiu e o que disse de BdC quando o recambiou para o Brasil). O orçamento e o custo com pessoal disparou grandemente. Eu reconheço méritos ao treinador. Idiota seria colocar JJ ao nível de outros mais, nomeadamente Paulos Sérgio´s, Carvalhais (...). Contudo, tem um mundo a provar. Um mundo. JJ foi o que foi num Benfica de colinho. Acho que não vale a pena ir buscar os quotes que muitos fizeram sobre as vitórias do benfica na era JJ.

Aqui não há colinhos, ajudas extras, padres e missas cantadas. Aqui só lá vais sendo duplamente melhor que os outros. A sua primeira época a nível interno foi muito boa (ali estava "escrito" que era inadmissível o treinador saído para o rival ser campeão logo na sua 1ª época), a nível internacional, banal.

A 2ª época foi desastrosa a todos os níveis. Assunto batido e rebatido onde não existe necessidade de "bater" mais.

Esta época assistimos a um Sporting a fazer uma fase de grupos onde cumpriu e até superou a obrigação (empate com a Juventus), que igualmente podia ter conseguido mais, não fosse a inoperância e algumas falhas de leitura tática durante os jogos em Turim e mesmo em Alvalade. No último jogo, independentemente do resultado da Juventus na Grécia, já entrámos derrotados. Porque o treinador montou uma equipa e passou a mensagem que não valia a pena irmos com tudo. "Felizmente" a Juventus ganhou, caso o resultado não fosse esse, queria ver o que diriam da falta de ambição do treinador contra o Barcelona "B" e PERFEITAMENTE ao nosso alcance (mesmo em Camp Nou).

Não sou ingrato mas não sou conformado. Quando sei que podemos dar mais, fico f*dido por nos contentarmos com o "menos mal".

Jesus jogou os primeiros 45m sem ideia de atacar, metam isso na cabeça. Acredito que terá sido algo do género, aguentar 0-0 até ao intervalo, verificar o resultado da Juve e tentar a gracinha. Correu bem? Nunca correria. Se desgasta os jogadores para o jogo do Bessa, ia estar exactamente aqui a levar na cabeça como leva após fazer a poupança. Jesus é um casmurro. Ele próprio sabe disso.
Agora, não me esqueço de ter lido centenas de "posts" por aqui a afirmarem que Jesus foi um grande golpe de asa no rival e que... vou tentar citar o melhor possível: "Tendo em conta o treinador que é, temos de aceitar que tem alguns defeitos e manias, porque tem muitas qualidades".
Também não foram poucas as vezes que li "contrato vitalício".
Podem dizer que não o disseram, que nunca gostaram do treinador, etc, etc, etc. O que custa ver é a facilidade com que se critica e se muda de opinião como quem muda de camisa.
Se ainda estivessemos no tempo da inquisição, da forca e da guilhotina, tinhamos 2 ou 3 jogadores no plantel, o Varandas no posto médico e o Paulinho a roupeiro. De resto, eram cabeças a enfeitar a entrada de Alvalade que nenhum rival se atrevia a entrar.
«O importante é ganhar. Quer se goste mais de umas coisas e menos de outras, quer se tenha uma opinião mais para a esquerda ou mais para a direita, o que realmente importa é que cada um de nós ponha sempre os interesses do Sporting Clube de Portugal acima de qualquer gosto particular, de qualquer ataque dos nossos adversários, e tão alto que nada nem ninguém nos impeça de sermos cada vez mais fortes, ganhadores e campeões».
não contes comigo para desvalorizar o trabalho do PB com demerito dos lamps.
a comparar com alguem, comparo com quem ficou à frente... não atras.

para mim há um factor que para mim pesa muito quando comparo PB com JJ: orçamentos!

o nosso orçamento era mt inferior ao dos 2 rivais e em 4 anos consecutivos ficaste em 2º (acesso directo à champs), ganhaste 2 taças e 2 super-taças. em 2 desses 4 anos lutaste pelo titulo e em boa verdade devias ter sido campeão em pelo menos 1 desses anos.

ganhamos titulos com golos de djalo e tiui!!!  :lol: :mrgreen:
eram os outros que eram os reis da incompetencia ou eramos nós que estavamos a espremer os recursos que tinhamos?!

este ano, no final fazem-se as contas.
não é segredo por aqui que já desisti de JJ desde a derrota com o belem na epoca passada.
terei mt gosto em vir aqui dar o braço a torcer se chegarmos a maio com o bas dost a pendurar um cachecol numa estatua que ha aqui no marques!  ;D
Isto mesmo
"David Gilmour can do more with one note than most guitarists can do with the whole fretboard."

Dave Mustaine (Megadeth)
Esta época assistimos a um Sporting a fazer uma fase de grupos onde cumpriu e até superou a obrigação (empate com a Juventus), que igualmente podia ter conseguido mais, não fosse a inoperância e algumas falhas de leitura tática durante os jogos em Turim e mesmo em Alvalade. No último jogo, independentemente do resultado da Juventus na Grécia, já entrámos derrotados. Porque o treinador montou uma equipa e passou a mensagem que não valia a pena irmos com tudo. "Felizmente" a Juventus ganhou, caso o resultado não fosse esse, queria ver o que diriam da falta de ambição do treinador contra o Barcelona "B" e PERFEITAMENTE ao nosso alcance (mesmo em Camp Nou).

Não sou ingrato mas não sou conformado. Quando sei que podemos dar mais, fico f*dido por nos contentarmos com o "menos mal".

Tu estavas em condições de poder disputar esses jogos porque JJ te deu essas condições. Não tenho grandes dúvidas que poucos mais além de JJ, no mundo, te permitiam ti, Sporting, ir a Madrid/Dortmund/Turim/Barça disputar os jogos e sair de lá sempre com o sentimento de que era possível mais.

Por um lado, talvez fosse mesmo possível mais; por outro, talvez fosse uma ilusão. Em todo o caso, é a capacidade de JJ que de tá essa sensação de empowerment e agora toda a gente cobra dos seus pequenos erros, porque as suas enormes capacidades nos deram essa noção de que sim, é possível (yes we can, mais um bocado de jargão, hoje estou para isto).

Nós não ganhámos nenhum destes 8 jogos contra 4 enormes colossos do futebol mundial, apenas empatámos um. Sabendo o que era o Sporting, o que admira não é ter perdido esses jogos todos, é ter tido a possibilidade de os ganhar a todos ou a quase todos e em todos eles ter estado por dentro do resultado até ao fim.

Antes de JJ, a vida europeia do Sporting era levar mãos cheias dos Basileias e CSKA desta vida, hoje em dia esse papel cabe a outros.

Eu também não me abstenho de criticar o treinador e o presidente naquilo que eu entendo que são falhas e que pode ser melhorado, mas no caso em concreto, no rendimento desportivo do Sporting de JJ na Europa, não me parece que este ano haja muito a apontar.
- You're a real stone player, aren't you, Ma? You threatened to smother his children.
- What does that mean?
- You know, everyone thought Dad was the ruthless one. But I gotta hand it to you. If you'd been born after those feminists, you woulda been the real gangster.
- I don't know what you're talking about!

@Lion73


para mim, 19 em 20 jogos no Camp Nou vão terminar com vitória do Barça sobre nós, ok? Por isso muitas vezes terei que fazer a análise não em função de perder ou ganhar, mas sim do modo como competi até perder, porque esse é o resultado expectável, infelizmente.

JJ tem muitos defeitos e algumas opções incompreensíveis, isto está para lá da discussão.

Todavia, a nível externo, ele colocou o Sporting num patamar mais próximo de vencer (não é vencer, é próximo de vencer) do que qualquer outro de que eu tenha memória.
(...)

Mas eu subscrevo que o trabalho de JJ, nestes jogos contra super tubarões, é meritório em muitos aspectos.

2 jogos com o Real, 2 jogos com o Barça, 2 jogos com a Juventus... vá, acrescento os 2 jogos com o Dortmund. Em todos, o Sporting vendeu bem cara a derrota e o empate, o único resultado positivo que objectivamente fez.

É demasiado jogo para não reconhecer uma tendência, a de uma grande competitividade em contextos de exigência máxima.

Não que isso sirva para andar a bater no peito por aí, que factualmente no ano passado ficamos de fora na Europa quando havia um Legia no grupo e este ano cumprimos com os mínimos, que era ficar à frente dos gregos.

E no fundo, é disso que se trata. Não cumprimos com os minimos no ano passado, cumprimos este ano.

E se concordo que essa competitividade nestes contextos de grande exigência se devem em boa parte a um treinador que prepara os jogos como poucos e é capaz de equilibrar a equipa quase na perfeição, defensivamente, acho que tem faltado o resto. Maior foco nas necessidades ofensivas em vários momentos de jogo, em quase todos os jogos.

Penso que o jogo com o Barça, que nem era o melhor Barça, é o rosto disso.