Jorge Jesus - Treinador do Sporting Clube de Portugal

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Jesus e o trabalho com Dala. É esta a Grande diferença para os Bentos desta Vida. Desenvolver e capitalizar o talento.

O Dala ainda nem jogou para ver qualquer desenvolvimento de talento, tanto pode acontecer como em Janeiro estar no Chaves como o Matheus Pereira. Outro talento desenvolvido...

Pois não. Na equipa A. Mas já jogou na equipa B, e o treinador acaba de dizer que tem desenvolvido trabalho individualizado com o jogador. Deve ser para apanhar bolas. Ou arrumar os chinelos no balneário.

O mais engraçado, é no tópico do jogador tudo a babar... é craque e tem tido um rendimento assim e assado... o treinador acaba de afirmar alto e bom som, que tem trabalhado com o jogador, que lhe tem sido ministrado um plano individual e que confia muito no seu talento, e.....

 :sleep: :sleep: :sleep: :sleep:

Na B também o Matheus, Geraldes, Guald e companhia partiam tudo... onde está esse trabalho com eles na A? Pegar num jogador que ainda nem jogou para fazer esse elogio tem pouco cabimento.

Quanto ao Dala, pessoalmente, ainda não lhe vi mais que via no Mané. Olha, outro talento desenvolvido.

Se no final da 1ª época ainda se podia elogiar, com a amostra mais alargada que já se tem, desculpa lá, mas não há saldo positivo ou negativo. Simplesmente por cada milhão que dá em desenvolvimento, também desperdiça se todos os anos tem que mudar de plantel. Agora é mesmo uma questão de resultados. Neste momento já temos no plantel 4 dos jogadores mais caros de sempre(Dost, BFernandes, Acuna, A.Ruiz), uma tacinha como o PB já será pedir muito?

Peguei nesse exemplo, porque o treinador acabou de o afirmar com todas as letras na CI ontem. Se ele vai render já ou mais tarde, ou se até se vai perder, não sei. É possível. Mas o trabalho está lá, nem sempre se consegue ser bem sucedido, isto não é só carregar no botão.

Quanto aos casas que afirmas, o Matheus e o Gauld também foram trabalhados, pois eu também ouvi o treinador a falar sobre eles. Se não foram apostas, ou não se impuseram no 11, já me ultrapassa. Eu até já referi, que achei mal gerido o percurso do Matheus quando parecia que tinha tudo para se afirmar.
Como é que algum jogador se pode impor no 11 do SCP quando nem sequer é indiscutível num Chaves ou Aves? Talento só não chega, desenvolvimento do atleta durante a semana por parte da equipa técnica também não chega... o jogador tem de dar muito mais dentro de campo na competição a sério!   
Conversa. O JJ confia em quem dá garantias.

Basta ver como ele trata o departamento médico do Sporting. O que o "Varandas" diz e faz é lei. E o JJ nunca falou do do departamento do SLOB assim.

De forma análoga, embora tenha apontado problemas, ele trata a formação.

O resto é que ele tem criticado ou não tem nada para dizer. E a conclusão aí é óbvia. O Sporting ainda tem muito trabalhinho para fazer.

Se o resto da "estrutura" lhe desse a mesma categoria que o departamento médico, ele não impunha o que fosse. Agora quando tem dúvidas é normal que prefira as ideias próprias.
Dá a impressão que é o treinador o grande culpado que um atleta cheio de talento e que demonstra esse talento em outras equipas (empréstimos ou B) e treinos, chega aos jogos a sério com a nossa camisola e mostra zero! Neste momento temos indiscutivelmente 3/4 jovens atletas com talento acima da média, em teoria, porque na prática pouco ou nada vemos em Iuri, Gauld, Matheus, Mané, Palhinha, quando jogam na A. Mas a culpa é do treinador! Eu não ponho neste saco Geraldes porque me parece feito de uma fibra diferente, este ano não foi aposta porque JJ não vê um possivel encaixe do atleta na sua tática, não foi certamente por falta de qualidade. Estes jovens que ponham os olhos num rapaz da mesma geração, chamado Podence, que não tem metade da qualidade individual dos citados mas que chega ao campo veste a camisola e dá tudo o que tem e o que não tem, joga na A como se estivesse na B ou no treino de quarta-feira! A diferença está aqui. E atenção que eu relativamente a Matheus sei bem de perto o que se passa, atenção o que se passa, não o que se passou!
Conversa. O JJ confia em quem dá garantias.
(...)

Confia em quem acha que dá garantias, o que é diferente.

E essa confiança e basta olhar para a quantidade de jogadores que entraram e saíram logo depois, muitas vezes foi mal depositada. Foi e é. Basta olhar também para o rendimento de alguns desses jogadores.
Conversa. O JJ confia em quem dá garantias.
(...)

Confia em quem acha que dá garantias, o que é diferente.

E essa confiança e basta olhar para a quantidade de jogadores que entraram e saíram logo depois, muitas vezes foi mal depositada. Foi e é. Basta olhar também para o rendimento de alguns desses jogadores.

Se calhar até foi mal colocada.

O que eu disse era que se houvesse a mesma competência do departamento médico no departamento do scouting, havia bem menos "entulho".

É normal que o JJ peça o sul americano que o encantou às 3h da manhã na sic radical do que aceitar outro proposto pelo scouting se não dá garantias.
Mas alguém se lembra de um jogador com quem o Jesus não tenha dito que fez trabalho individualizado com ele?  :lol:

Em última instância ele tem sempre que ficar com os louros
Conversa. O JJ confia em quem dá garantias.
(...)

Confia em quem acha que dá garantias, o que é diferente.

E essa confiança e basta olhar para a quantidade de jogadores que entraram e saíram logo depois, muitas vezes foi mal depositada. Foi e é. Basta olhar também para o rendimento de alguns desses jogadores.

Se calhar até foi mal colocada.

O que eu disse era que se houvesse a mesma competência do departamento médico no departamento do scouting, havia bem menos "entulho".

É normal que o JJ peça o sul americano que o encantou às 3h da manhã na sic radical do que aceitar outro proposto pelo scouting se não dá garantias.

O scouting tem a ver com a sua "praia". Futebol. Afinal,´"o treinador é que escolhe os jogadores". O departamento médico é toda uma actividade diferente.
Então quem os treina não pode ficar com os louros porquê? Foi a playstation que os ensinou?

Conversa. O JJ confia em quem dá garantias.
(...)

Confia em quem acha que dá garantias, o que é diferente.

E essa confiança e basta olhar para a quantidade de jogadores que entraram e saíram logo depois, muitas vezes foi mal depositada. Foi e é. Basta olhar também para o rendimento de alguns desses jogadores.

Se calhar até foi mal colocada.

O que eu disse era que se houvesse a mesma competência do departamento médico no departamento do scouting, havia bem menos "entulho".

É normal que o JJ peça o sul americano que o encantou às 3h da manhã na sic radical do que aceitar outro proposto pelo scouting se não dá garantias.

O scouting tem a ver com a sua "praia". Futebol. Afinal,´"o treinador é que escolhe os jogadores". O departamento médico é toda uma actividade diferente.

Não.

A comunicação também não era a praia dele, mas ele criticou e até sugeriu nomes. Idem para outras coisas, que falou no geral na estrutura.

É igual no scouting. Óbvio que terá sempre um fetiche ou outro, e exigeria esse jogador. Mas não tem fetiches por 10 jogadores por época. Ninguém tem.
« Última modificação: Outubro 12, 2017, 16:58 pm por radicalhighway »


Eu entendo que a comparação choque muitos, porque um sabe muito mais de futebol do que o outro. Mas a justiça da comparação deveria envergonhar quem de direito precisamente por isso.

É tudo muito bonito e tal mas no que interessa, títulos, a diferença é nenhuma. Isto sim é estranho, quanto à mão ter sido na terceira jornada, vale os mesmos pontos do que na ultima. E falamos aqui de um lance claro e que ficou na memória, para não ter que puxar por outras arbitragens nessa época que nos prejudicaram e muito, se um dos argumentos favoráveis ao JJ é ter sido roubado de um campeonato, o mesmo é válido para o Paulo Bento.

Quanto ao perceber imenso de futebol, percebe, muito, de que tem valido isso na prática para o Sporting mesmo?

E até parece que o Paulo Bento deixou o Sporting na miséria, quando na sua ultima época completa deixou o Sporting a 4 pontos do primeiro. Depois veio o JEB e o descalabro, ora bem.

@Nuno.N, começo por essa desculpa da mão e do JJ: Não serve. Posso concordar com condicionamentos ao Sporting, seja directamente, seja indirectamente (por levarem outros ao colo). E posso dizer que até o Peseiro perdeu um campeonato por roubo directo, porque existe uma disputa de bola corpo-a-corpo. Não posso dizer que roubaram um campeonato à 3ª jornada quando se empataram 8 ou 9 jogos depois disso com equipas do baixo da tabela. Tal como o JJ perdeu pontos que nunca deveria ter perdido. Alguns por condicionamento dos árbitros, outros não.

Factualmente, o Paulo Bento ganhou umas taças e mandou uma equipa para o lixo. Porque era teimoso que nem uma mula e porque (apesar de perceber de balneário e de montar equipas compactas na Liga, lá fora pia de outra forma),  tacticamente é um zero. E ao longo da sua carreira no Sporting, fomos piorando como equipa. Ainda arrebitou com o Derlei e o crescimento natural de alguns jogadores, para depois apenas assistir de cadeirinha ao estoiro final.

Se o JJ saísse agora, achas que o seu sucessor teria a trabalheira do Carvalhal?  uma equipa sem dinâmica, com os jogadores amarrados. Quem foram os jogadores que ficaram melhores pela sua acção? Não é por terem minutos, é por realmente terem tido um desenvolvimento físico, táctico e técnico?

O Paulo Bento não deixou o Sporting ainda mais na miséria porque saiu. Jogava do pior futebol de que me lembro de ver no Clube. Infelizmente ainda conseguiu ter paralelo depois.

Utilizei o argumento desse campeonato dentro da mesma lógica que utilizaram para abordar a primeira época do Jesus no Sporting, só isso. Vale tanto o segundo lugar do Jesus a 2 pontos do primeiro como o segundo lugar do Paulo Bento a 1 ponto do primeiro.

E quanto ao resto...estamos praticamente de acordo em tudo.Paulo Bento é um zero táctico, Jesus é o treinador em Portugal que mais percebe de futebol, mas a mim, mais do que isso, interessa-me no que isso se traduz, ou seja, títulos, e nesse campo volto ao mesmo, os resultados do Paulo Bento, fosse de que forma fosse, eram iguais ou melhores do que os do Jesus.

Referes que o Caravalhal, que também percebe mais de futebol que o Bento, teve uma trabalheira desgraçada...certo, mas não a teve apenas por causa do que o Paulo Bento deixou, convém também referir o que era o Sporting e o caos desportivo na altura do JEB, terá tido o seu impacto e não foi pouco.

O Jorge Jesus tem tido imensos problemas na estabilização da equipa, o plano ofensivo, quanto a mim, perdeu-se depois da primeira época e mesmo o defensivo que se foi recuperando nesta época depende em demasia do sobre sacrifício de certos jogadores, um médio ala tem que defender, óbvio, mas tem também que ter um colectivo que ponha o lateral do seu lado em sentido de forma a limitar as suas acções ofensivas, irrita-me ver o Gelson a fazer piscinas o jogo todo como se a linha lhe estivesse entregue na sua totalidade, irrita-me ter um lateral direito incapaz de se enquadrar ofensivamente nas combinações. Podemo-nos queixar das características individuais, mas com Jesus, no arranque da terceira época, já se contrataram 4 laterais direitos por exemplo.

No fim desta época pode-se fazer uma análise mais clara mas parece-me, esperando estar enganado, que todo esse conhecimento táctico que o Jesus carrega se vai traduzir em pouco sumo, uma vez mais.

Vai pó c******! Tirar o Dala?! Aos 70' se fosse para o por era aos 90+5
.l.
Deve estar a poupar o Dala para a Juventus. Enfim.
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Paragem oportuna: Descanso e prioridades

Por Nuno Almeida

Depois de um primeiro ciclo sobrecarregado de jogos, a equipa do Sporting precisava de alguma calma e tempo para poder descansar física e psicologicamente. Podem dizer-me que o Sporting não se pode desculpar já com cansaço, quando equipas inglesas e espanholas têm a mesma sobrecarga e conseguem manter-se competitivas. Pois eu pergunto se essas mesmas equipas não têm também, muitas vezes, as escorregadelas pós-competições europeias? Têm, apesar de conseguirem ter jogadores de banco quase equivalentes em qualidade aos titulares.

Acho que temos excelentes alternativas no banco, mas nem todas conseguem entrar em campo para fazer a diferença, e algumas delas insistem em desperdiçar oportunidades de afirmação (não é que não tenham qualidade, são simplesmente pouco consistentes e isso não mudará), o que torna o plantel mais curto em relação ao que a equipa técnica e os próprios adeptos e sócios pensariam e desejavam.

Para agudizar isso, nos últimos quatro encontros tivemos como adversários duas das actuais melhores equipas da primeira liga, e uma das melhores equipas do mundo. E apesar de, contra o Marítimo, termos conseguido rodar quase totalmente a equipa, nos jogos contra FC Porto e Barcelona fomos obrigados a apresentar praticamente a mesma formação, em dois jogos de exigência máxima. O jogo contra o Barcelona desgastou muito os nossos avançados e médios, tendo como prova disso os doze quilómetros percorridos pelo “centrocampista” mais avançado do nosso miolo. Juntando a isso o facto de termos perdido o jogo com um ressalto, desmotiva um pouco mais.

No jogo que se avizinhava, iríamos jogar contra um adversário que havia ganho de forma folgada a um Mónaco que pouco trabalho deu e que permitiu que a segunda parte fosse apenas de contenção e controlo. Para além disso teria mais 24 horas de descanso. Ora isto pesa no fim das contas, porque a confiança e frescura são diferentes, e não nos permitiria pressionar alto, como nos pressionaram a nós. A segunda parte seria mais equilibrada apenas porque as pernas dos adversários passaram a pesar quase tanto como as nossas. Não se poderia falar de banho táctico, até porque as equipas estavam muito equilibradas e encaixadas, com a única diferença de maior capacidade de pressão do adversário na primeira parte. O facto de tal equilíbrio poderá também ter sido razão para que Jorge Jesus não optasse pelas substituições mais cedo, até porque os jogadores que estavam no banco dificilmente iriam acrescentar ofensivamente (Alan Ruiz não, Iuri Medeiros também não) e poderiam desequilibrar a equipa defensivamente, o que é muito perigoso em jogos tão equilibrados e tácticos. Muitos pediram Podence mais cedo, mas perderíamos poder de jogo aéreo contra a melhor equipa do campeonato nesse aspecto.

Muitos dirão que o treinador teve medo de arriscar, e poderia ter ganho o jogo, mas eu percebi desde cedo que aquele jogo dificilmente seria ganho, e quando assim é, mais vale o mal menor de continuar em segundo mas dependente apenas de nós, a apenas dois pontos da liderança, e não a cinco. Ainda ouvi dizer que devíamos ter jogado o clássico como jogámos contra o Barcelona. O problema é que tínhamos responsabilidades completamente diferentes num e noutro jogos, e em Portugal nunca teremos que jogar remetidos à defesa, pelo menos com a equipa que temos neste momento, e comparada com a dos adversários mais directos. Ainda coloco a hipótese de quem o disse se querer referir à intensidade de jogo, mas até aí insisto em discordar, até porque vi os jogadores a disputar todos os lances até ao fim do jogo. Apesar de tudo, continuamos bem posicionados no campeonato e na fase de grupos da Liga dos Campeões, mas será que preferimos uma equipa a arriscar nos jogos da Champions, correndo o risco de nos atrasarmos na liga portuguesa (sim, porque não venham comparar com o trabalho que os nossos adversários terão com os seus adversários europeus)?

É que, para os que pedem reconhecimento além-fronteiras, e subida no ranking, devem perceber que não acontecerá a jogar com os colossos. Primeiro teremos que ir ganhando até conseguirmos entrar no Pote um e dois, mas com vitórias na Liga Europa, e só depois, com sorteios mais favoráveis lá poderemos ambicionar carreiras mais ambiciosas na Champions. (Alguém se lembra como a actual primeira equipa portuguesa do ranking conseguiu esse estatuto? Pois, ganhando jogos na Liga Europa.). Aliás, Portugal só conseguirá subir novamente no ranking UEFA quando voltar a ter várias equipas a chegar longe na Europa League. A Champions ainda não é para nós, ou cada vez é menos.

Agora vejamos, preferimos ser campeões com uma boa campanha na Liga Europa, ou estar mais um ano sem o campeonato, e investir num segundo lugar na fase de grupos da Champions? Ou mais ainda, preferem chegar longe nunca competição europeia ou ser campeões? Porque, convenhamos, se formos campeões nacionais, pouco importará o que se fez em todas as outras competições. Eu irei querer sempre o melhor para o meu clube, e por isso quero também que ganhe sempre, no entanto a determinado momento, alguém terá que planear e tomar decisões, para optimização dos recursos que temos. Felizmente não tenho que ser eu. E para os que argumentam que somos obrigados a fazer mais, porque o investimento foi maior, devo relembrar que apesar disso, os nossos concorrentes ainda continuam com planteis bem mais valiosos, pelo menos em termos de valor de aquisição. Por vezes, ao querermos tudo, arriscamos a não ganhar nada. Veremos que caminho se tomará, mas no final das contas, se ganharmos, pouco importará aos adeptos as opções que foram tomadas.

Precisamos é de ganhar, e como tudo se resume essencialmente a isso, e poucos se importam com o que precisa ser feito, muitos chegarão ao fim deste texto e dirão: “Isto é só conversa, eu quero é ganhar. Eles que corram, que é para isso que são pagos”. Como se, por serem pagos, todos os profissionais serão infalíveis. Digam-me um, digam-me um…

Bola na Rede
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EM OLEIROS HOUVE UM JOGADOR QUE ENCHEU AS MEDIDAS A JESUS
Técnico analisa o duelo da Taça de Portugal

O Sporting saiu de Oleiros com um triunfo por 4-2 e o apuramento para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, numa partida na qual Jorge Jesus viu um jogador a destacar-se em relação aos demais.

"Um jogador que se destaca de todos é o Palhinha, que para além dos golos esteve muito forte defensivamente e, além disso, na fase de construção demonstrou muita tranquilidade. De todos foi aquele que deu melhores indicações para os jogos futuros", considerou o técnico do Sporting, à SportTV.

Em relação ao encontro propriamente dito, Jesus destaca a "festa a Taça" que se viveu em Oleiros. "Faz parte da festa. Ficamos todos felizes, pois isto é futebol e a Taça é festa. Foi bonito. As pessoas de Oleiros tiveram a possibilidade ter o Sporting cá e prepararam tudo com muito carinho para haver condições. Nós, Sporting, levámos o jogo a sério, independentemente de ser sintético ou não - pois não estamos habituados, é uma forma de jogar diferente -, adaptámo-nos com facilidade. Depois de estar 3-0 e 4-1, os jogadores baixaram a intensidade e acabámos por sofrer golos".

Dois golos sofridos na segunda parte e que, no entender do técnico, tiveram também a ver com a entrada em ação dos jovens que JJ lançou. "Tem também a ver com os miúdos. O Rafael Leão, o Demiral e o Jovane, jovens que neste último momento do jogo poderia ter outra forma de jogar. No segundo golo do Oleiros, o Demiral perdeu-se na marcação. Mas faz parte do crescimento de todos. Foi, ainda assim, uma jornada bonita, um objetivo conquistado. Não é a primeira vez que há surpresa. Independentemente do escalão, não demos possibilidade e tirámos ao Oleiros todas as hipóteses que tinha de disputar o jogo. A perder 3-0 tirou, como é óbvio, a capacidade psicológica para reagir, algo que fazia parte da nossa estratégia. E repare que daqui a cinco dias estamos em Turim, a falar de um jogo de Champions..."

Record
O Podence deve ter passado ao lado do jogo, queres ver?
   O Podence não passou ao lado do jogo, mas concordo que possa destacar o Palhinha, afinal apontou dois golos e ajudou a defender e a atacar. O Podence fez três assistências, também trabalhou muito, mas é justo destacar o João por uma vez. Eu também fico indeciso mas alguém tem de ser.

   Faço uma análise desta eliminatória da Taça muito semelhante à do treinador, curiosamente, e antes de ver o vídeo da conferência ou saber o que disse.
"Isto aqui não é a operação lava-jacto, isto é mas é a operação lava-porta-aviões"
Rui Trindade

Hic Sunt Leones
O Podence deve ter passado ao lado do jogo, queres ver?

 O Podence fez um jogo normal. Foi aquilo que se espera dele, nada de novo trouxe para o jogo. Já o Palhinha, que tem jogado pouco, acabou por se destacar, certamente por ter conseguido fazer o que o treinador lhe tem transmitido e mostrou uma boa evolução, dando sinais positivos. Foi uma análise tendo em conta aquilo que o treinador contava para o jogo, decidiu destacar o jogador que mostrou melhor a transição treino / jogo.
“We have to be compact, close together tactically, and if you are close then you have options to play with. You don't always have to try the most risky ball if you are compact. You have to run, to fight, until the moment, and then ... bang, you take it.”

Jurgen Klopp
Vai pó c******! Tirar o Dala?! Aos 70' se fosse para o por era aos 90+5

Mas isto agora é a taberna lá do bairro? :hand:
«Já vi o suficiente deste JJ e já lhe tirei as medidas. Com ele, o Sporting não vai a lado nenhum»

@SCP Always in forumscp 22-08-17
Dá a impressão que é o treinador o grande culpado que um atleta cheio de talento e que demonstra esse talento em outras equipas (empréstimos ou B) e treinos, chega aos jogos a sério com a nossa camisola e mostra zero! Neste momento temos indiscutivelmente 3/4 jovens atletas com talento acima da média, em teoria, porque na prática pouco ou nada vemos em Iuri, Gauld, Matheus, Mané, Palhinha, quando jogam na A. Mas a culpa é do treinador! Eu não ponho neste saco Geraldes porque me parece feito de uma fibra diferente, este ano não foi aposta porque JJ não vê um possivel encaixe do atleta na sua tática, não foi certamente por falta de qualidade. Estes jovens que ponham os olhos num rapaz da mesma geração, chamado Podence, que não tem metade da qualidade individual dos citados mas que chega ao campo veste a camisola e dá tudo o que tem e o que não tem, joga na A como se estivesse na B ou no treino de quarta-feira! A diferença está aqui. E atenção que eu relativamente a Matheus sei bem de perto o que se passa, atenção o que se passa, não o que se passou!

O que é que se passe com o Matheus?
«Já vi o suficiente deste JJ e já lhe tirei as medidas. Com ele, o Sporting não vai a lado nenhum»

@SCP Always in forumscp 22-08-17
Jesus e o trabalho com Dala. É esta a Grande diferença para os Bentos desta Vida. Desenvolver e capitalizar o talento.

Não, não é. O JJ com o Dala, até ao momento, não teve qualquer trabalho visível. O jogador foi contratado e nunca foi utilizado na equipa principal. Direi até que é absurdo o exemplo do Dala quando o JJ tem um excelente exemplo daquilo que deve ser lançar um jogador na equipa principal do Sporting CP que pode ser utilizado com relativa certeza: falo do Gelson Martins.

O jogador chegou, o treinador não precisava de ter apostado nele, mas apostou. Esteve na equipa B, fez uma grande temporada. Provavelmente até foi jogando com a equipa principal. Pegou nele na pré-temporada, colocou-o na primeira equipa. O jogador foi entrando consistentemente ao longo da temporada, substituindo uma baixa na equipa (Carrillo), conseguiu afirmar-se. Na temporada seguinte ganhou o lugar no 11, nunca mais saiu. Exemplo óbvio daquilo que deve ser a entrada de um jogador da formação na equipa principal do Sporting CP.

Jogador aparece na B, faz boas exibições, começa a aparecer no plantel principal, é lançado, vai acumulando minutos paulatinamente até ganhar o lugar na equipa.

É claro que encontramos o exemplo exactamente oposto provindo do mesmo treinador: Matheus Pereira.

Portanto, ele afirma que tem trabalho com o jogador mas tu dizes que não. É isso?

O Dala esteve na pré-temporada, fez muitos minutos, treina com a equipa A e tu dizes que não existe nada. É isso?
«Já vi o suficiente deste JJ e já lhe tirei as medidas. Com ele, o Sporting não vai a lado nenhum»

@SCP Always in forumscp 22-08-17
Jesus e o trabalho com Dala. É esta a Grande diferença para os Bentos desta Vida. Desenvolver e capitalizar o talento.

Não, não é. O JJ com o Dala, até ao momento, não teve qualquer trabalho visível. O jogador foi contratado e nunca foi utilizado na equipa principal. Direi até que é absurdo o exemplo do Dala quando o JJ tem um excelente exemplo daquilo que deve ser lançar um jogador na equipa principal do Sporting CP que pode ser utilizado com relativa certeza: falo do Gelson Martins.

O jogador chegou, o treinador não precisava de ter apostado nele, mas apostou. Esteve na equipa B, fez uma grande temporada. Provavelmente até foi jogando com a equipa principal. Pegou nele na pré-temporada, colocou-o na primeira equipa. O jogador foi entrando consistentemente ao longo da temporada, substituindo uma baixa na equipa (Carrillo), conseguiu afirmar-se. Na temporada seguinte ganhou o lugar no 11, nunca mais saiu. Exemplo óbvio daquilo que deve ser a entrada de um jogador da formação na equipa principal do Sporting CP.

Jogador aparece na B, faz boas exibições, começa a aparecer no plantel principal, é lançado, vai acumulando minutos paulatinamente até ganhar o lugar na equipa.

É claro que encontramos o exemplo exactamente oposto provindo do mesmo treinador: Matheus Pereira.

Portanto, ele afirma que tem trabalho com o jogador mas tu dizes que não. É isso?

O Dala esteve na pré-temporada, fez muitos minutos, treina com a equipa A e tu dizes que não existe nada. É isso?

Exacto. Qual é o trabalho visível? Até ao jogo de hoje o jogador tinha 2 minutos na equipa principal. O trabalho com o jogador vê-se em campo. Vê-se, por exemplo, no Gelson Martins.