Política Internacional

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Grande Milo, és o Cohn(o) do séc. XXI :venia:

O Milo consegue trolar, provocar e destruir adversários em debates, com factos.
É um personagem interessante de acompanhar.
O grande problema do Milo é mesmo o trolar. Isso e ter a péssima mania de interromper as pessoas quando falam. É complicado debater quando uma parte controla o debate enquanto os outros batem palmas. Isso e ser imensamente contraditório no que defende, bastando olhar para o facto de admitir ser gay e ao mesmo tempo dizer para os gays "voltarem para o armário".

Prefiro muito mais ouvir o Ben Shapiro ainda que não concorde com a generalidade das suas opiniões. Mesmo assim este também sofre do mal de interromper quem está a falar e a explicar o seu ponto de vista, ainda que numa escala " mais saudável".

Sim, o Shapiro vai direto aos pontos. Também prefiro. O Milo, mesmo que pegue em temas quentes e suporte praticamente tudo com factos, depois perde-se um pouco em piadas e provocações que tinham graça no início, mas ás vezes torna-se repetitivo.
"Adeptos, olho bem aberto! Vão tentar desestabilizar-nos" - JJ
Estamos a ganhar tiques de Hugo Chavez senhor Trump?

Citar
Donald Trump threatens to shut down NBC and other TV news networks that criticise him

Donald Trump has threatened to shut down NBC and other American networks, saying that they peddle fake news.

"With all of the Fake News coming out of NBC and the Networks, at what point is it appropriate to challenge their License? Bad for country!" Mr Trump wrote in a tweet.

Mr Trump's tweet came in response to a story written by NBC, which said that Mr Trump had sought to increase America's nuclear arsenal tenfold after taking a look at a briefing slide that showed stead reduction of the US nuclear arsenal since the 1960s. The story cited three officials who were reportedly in the room when Mr Trump made the comments.

http://www.independent.co.uk/news/world/americas/us-politics/trump-nbc-license-ban-tweet-cnn-shut-down-fake-news-threat-latest-a7994861.html
Estatutos: Artigo 3º 1 - O SPORTING CLUBE DE PORTUGAL É UMA UNIDADE INDIVISÍVEL CONSTÍTUIDA PELA TOTALIDADE DOS SEUS ASSOCIADOS.
____________________________________________
Os 10 Mandamentos do Sportinguista por Salazar  Carreira
http://www.forumscp.com/wiki/index.php?title=%22Os_dez_mandamentos_do_Sportinguista%22
Estamos a ganhar tiques de Hugo Chavez senhor Trump?

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Donald Trump threatens to shut down NBC and other TV news networks that criticise him

Donald Trump has threatened to shut down NBC and other American networks, saying that they peddle fake news.

"With all of the Fake News coming out of NBC and the Networks, at what point is it appropriate to challenge their License? Bad for country!" Mr Trump wrote in a tweet.

Mr Trump's tweet came in response to a story written by NBC, which said that Mr Trump had sought to increase America's nuclear arsenal tenfold after taking a look at a briefing slide that showed stead reduction of the US nuclear arsenal since the 1960s. The story cited three officials who were reportedly in the room when Mr Trump made the comments.

http://www.independent.co.uk/news/world/americas/us-politics/trump-nbc-license-ban-tweet-cnn-shut-down-fake-news-threat-latest-a7994861.html

Que atrasado mental. É a coisa mais anti-americana que o ouvi dizer.
Trump doubles down:


A sorte dos americanos é que o Trump é demasiado incompetente para conseguir ser um ditador... Não é por falta de vontade.
Mais um site financiado pelo George Soros para difamar quem não obedecer á narrativa da elite e da extrema esquerda.
http://www.rightwingwatch.org/
Neo nazis, republicanos, centristas e até alguns democratas que questionem algo na narrativa, são todos enfiados no mesmo saco.  :lol: :lol: :lol: Brilhante. O verdadeiro master of puppets.




"Adeptos, olho bem aberto! Vão tentar desestabilizar-nos" - JJ
Mais um site financiado pelo George Soros para difamar quem não obedecer á narrativa da elite e da extrema esquerda.
http://www.rightwingwatch.org/
Neo nazis, republicanos, centristas e até alguns democratas que questionem algo na narrativa, são todos enfiados no mesmo saco.  :lol: :lol: :lol: Brilhante. O verdadeiro master of puppets.

Não é propriamente o tipo de site que me interesse, mas: sim...e?

É um site chamado "right wing watch" - o nome indica bem o que é. Que se queixem do Washington Post, que é um jornal com pretensões de imparcialidade, ainda é naquela (eu não concordo com as queixas, mas isso é são outros quinhentos). Agora, este é um site chamado "right wing watch", que aponta claramente para o seu objectivo: denunciar (e não difamar) pessoas na política ou nos media que são contra a agenda progressista desse grupo.

É como ir a um blog associado ao Sporting, e criticar as suas denúncias de gente associada ao Benfica ou ao Porto...
No caso de Youtubers, já censuram vídeos e retiram patrocínios, só porque estes ás vezes questionam alguns tópicos no lado democrata.
Chamar a democratas e centristas membros de extrema direita, a mim parece-me difamação.
Hoje em dia se criticas um grupo terrorista como os Antifa, és publicamente chamado de nazi.
Parece-me difamação, mas isso sou eu.  :inde:
"Adeptos, olho bem aberto! Vão tentar desestabilizar-nos" - JJ
No caso de Youtubers, já censuram vídeos e retiram patrocínios, só porque estes ás vezes questionam alguns tópicos no lado democrata.

Tenho sérias dúvidas que o Youtube tenha censurado alguém pela sua visão política...
Quanto a retirar patrocínios é completamente diferente. Se tu tens uma empresa e não te revês em determinado youtuber (ou o quer que for), por qualquer que seja a razão (visões políticas, escândalo sexual, etc) estás no teu perfeito direito de retirar o patrocínio... Isso é à esquerda, à direita, em cima e em baixo.

Chamar a democratas e centristas membros de extrema direita, a mim parece-me difamação.

Mais uma vez, tenho algumas duvidas que nesse site haja "democratas e centristas" a serem chamados de membros da extrema direita. Mas mesmo que houvesse isso não se trataria de difamação. Difamar alguém exige que digas mentiras sobre essa pessoa. Ora dizer que uma pessoa é de extrema direita nunca pode ser mentira porque isso não é algo concreto. A extrema direita de uns, não é a extrema direita de outros (basta ver a discussão actual do tópico da Política Nacional, para ver como este espectro é relativo).

Hoje em dia se criticas um grupo terrorista como os Antifa, és publicamente chamado de nazi.

Mais uma mentira. Quanto muito és chamado de nazi se tiveres visões de extrema direita (o que por si mesmo já é errado, porque nem toda a extrema direita é nazi). Agora por criticar os Antifas? Só se for pelos maluquinhos dos Antifas. Porque tanto à esquerda e à direita tem havido condenações aos Antifas.
Não costumava censurar mas já censura pelas visões políticas ou tópicos em discussão. Tenho acompanhado bastante e há muita gente já apanhada pelo "martelo".
Ainda há pouco um muito famoso criou uma campanha para ajudar vitimas, e familias de vitimas, do tiroteio de Las Vegas e foi censurado, e bloquearam-lhe o video, a alegar os T&C deles.
O Jimmy Kimmel fez o mesmo que violava o mesmo termo que alegaram no outro, e passou.
Há centenas de casos. Só comecei a acompanhar de á um ano pra cá.
Tens um caso não de Youtube, mas de censura da Google, dona do Youtube, que despediu um funcionário que criou um memo a promover a inclusividade, tirando o melhor partido das capacidades de homens e mulheres, e despediram-o porque sim. Ofendeu uma virgem qualquer da direção.
Estas virgens ofendidas com tudo e mais alguma coisa já estão a chegar a Portugal aos poucos.
É aproveitarmos a total liberdade de expressão que ainda temos.

Até no cu de judas da Austrália já chegaram estes "paladinos da verdade e da justiça". A verdade deles claro. Se contrariares uma virgem és um nazi, um sexista, um xenófobo, um racista, etc, etc, etc. :wall:

Eles é que têm a virtude. Os outros são todos opressores.  :lol: :lol: :lol:
"Adeptos, olho bem aberto! Vão tentar desestabilizar-nos" - JJ
No caso de Youtubers, já censuram vídeos e retiram patrocínios, só porque estes ás vezes questionam alguns tópicos no lado democrata.
Chamar a democratas e centristas membros de extrema direita, a mim parece-me difamação.
Hoje em dia se criticas um grupo terrorista como os Antifa, és publicamente chamado de nazi.
Parece-me difamação, mas isso sou eu.  :inde:
O YouTube e não censura discurso de direita. Vai ao canal do Ben Shapiro, aquilo está monetizado, está lá, e as opiniões são fortes.
No caso de Youtubers, já censuram vídeos e retiram patrocínios, só porque estes ás vezes questionam alguns tópicos no lado democrata.
Chamar a democratas e centristas membros de extrema direita, a mim parece-me difamação.
Hoje em dia se criticas um grupo terrorista como os Antifa, és publicamente chamado de nazi.
Parece-me difamação, mas isso sou eu.  :inde:
O YouTube e não censura discurso de direita. Vai ao canal do Ben Shapiro, aquilo está monetizado, está lá, e as opiniões são fortes.

Calma. Não disse que eram todos. E se dei a entender isso, não o era.
O Ben também é muito conhecido, advogado, muitas vezes convidado a comentar, na CNN até.
Esse tipo de pessoas dariam muita bandeira.
"Adeptos, olho bem aberto! Vão tentar desestabilizar-nos" - JJ
@simoes peço desculpa pela franqueza, mas acho que vai aí uma grande confusão na tua cabeça. Em 3 posts já conseguiste saltar do site rightwingwatch para o Youtube para o Google.

O que se passou na Google não tem nada mas nada a ver com as tuas alegações que o Youtube anda a censurar vídeos dos seus utilizadores pelas suas visões políticas. A Google despediu um funcionário seu - que não queria minimamente promover a inclusividade, antes pelo contrário, estava a fazer o argumento (baseado em factos errados) de que a inclusividade era uma treta. E apesar de não concordar com essa decisão, isso não é bem censura, pelo menos não no mesmo sentido do "Youtube andar a censurar utilizadores pelas suas visões políticas". É mais censura no mesmo sentido em que o Sporting despede um funcionário que diz "O Vieira está a fazer um melhor trabalho que o Bruno de Carvalho".

Continuo a dizer: não acredito minimamente que o Youtube tenha censurado alguém pelas suas visões políticas. Se me quiseres dar um contra exemplo, go for it.



Estou curioso, @simoes , qual é a tua visão sobre a polémica dos protestos na NFL?
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Estados Unidos anunciam saída da Unesco

EUA vão manter-se como país "observador" no organismo.

Os Estados Unidos anunciaram oficialmente a decisão de se retirarem da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), acusando a instituição de ser anti-israelita.

Os EUA conservam um estatuto de país observador, anunciou a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, em vez da sua representação na agência da ONU sediada em Paris.

A diretora-geral da Unesco disse "lamentar profundamente" a decisão dos Estados Unidos, num comunicado citado pela Reuters. Esta é, nas palavras de Irina Bokova, uma perda para o multilateralismo e para a família da ONU.

A decisão terá efeito a partir de 31 de dezembro deste ano.
www.tsf.pt/internacional/interior/amp/estados-unidos-anunciam-saida-da-unesco-8837694.html

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Israel saúda decisão dos EUA de saírem da UNESCO

O Governo israelita saudou hoje a saída dos Estados Unidos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), considerando que a decisão mostra que a "discriminação contra Israel" tem um preço.

"A decisão de hoje é um ponto de inflexão para a Unesco. As absurdas e vergonhosas resoluções da organização contra Israel têm consequências", disse em comunicado o embaixador israelita junto da Organização das Nações Unidas (ONU), Danny Danon.

O diplomata acrescentou: "Hoje é um novo dia para as Nações Unidas; há um preço a pagar pela discriminação contra Israel".

Entretanto, a França -- que acolhe a sede da organização e concorre à sua liderança -- lamentou a decisão norte-americana e considerou que esta decisão dá "um novo significado" à candidatura francesa.

"Lamentamos a decisão norte-americana de se retirar da UNESCO, num momento em que o apoio da comunidade internacional a esta organização é primordial", declarou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de França, Agnês Romatet-Espagne.

A candidatura francesa à direção-geral da organização "ganha, nestas circunstâncias, um novo significado".

Os EUA anunciaram hoje que se retiram do organismo, invocando "preocupações com os atrasos crescentes na UNESCO, a necessidade de uma reforma fundamental da organização e o permanente preconceito anti-Israel".

Na opinião das autoridades israelitas, a UNESCO tornou-se "um campo de batalha" contra Israel e "ignora o seu verdadeiro papel e objetivo".

Nos últimos anos, a organização aprovou várias resoluções muito criticadas por Israel, nomeadamente textos que omitem a vinculação judaica à denominada Esplanada das Mesquitas de Jerusalém.

Além disso, em julho passado, a Cidade Velha de Hebrón (Palestina) foi incluída entre os 21 novos sítios da Lista de Património Mundial, decisão que levou Israel a anunciar que iria retirar um milhão de dólares na sua contribuição às Nações Unidas, e que os Estados Unidos consideraram "trágica".

Desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca, os EUA alinharam-se muito claramente com Israel nas Nações Unidas, denunciando repetidamente a suposta parcialidade contra o seu parceiro dentro da UNESCO.

Também a diretora-geral da organização, Irina Bokova, disse hoje "lamentar profundamente" a decisão norte-americana de se retirar, considerando que "a universalidade é essencial à missão da UNESCO para construir a paz e a segurança internacionais face ao ódio e à violência, pela defesa dos direitos humanos e da dignidade humana".

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/880565/israel-sauda-decisao-dos-eua-de-sairem-da-unesco
"Eu posso não ter escrito SPORTINGUISTA na testa mas tenho no coração"
Que artigo do caraças. Que a america vem aos anos a tombar por não respeitar a sua forma original já eu penso aos anos.

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Wildfires ravage the vineyards. A hurricane lays waste to an island colony. A great port is submerged by flood water. Meanwhile, in the capital the most powerful citizen of the republic behaves ever more erratically. He picks quarrels with athletes. He threatens to tear up treaties. He relies excessively on family members. He throws tantrums at his staff.

In the Senate and the courts, the old constitutional forms continue to be observed, to be sure. But the plebeians sense that the elites are losing their grip. How could it be otherwise? Every week brings a new revelation about the hypocrisy of those elites. They preach civic virtue; they stand accused of sexual depravity.

And, even as the actresses belatedly bring their charges against the debauched impresario, hard-bitten legions continue their wars in distant deserts and mountain ranges. Increasingly, the soldiers wonder what they are seeking to achieve in these far-flung places. They hear with disgust of the shabby treatment meted out to returning veterans back home. But they console themselves that at least there are generals — men like them, seasoned by battle — in the corridors of power.

Five days a week, on average, I reassure myself that everything that has happened in the United States in the past 10 years is well within the range of normal American history. Two days a week, however, I fear I am living through the republic’s final years.

The cast of characters was especially Roman last week. Think of Harvey Weinstein, the predator whose behaviour was for years an “open secret” among precisely the Hollywood types who were so shrill last year in their condemnation of Donald Trump for his boasts about “grabbing” women by the genitals.

“Women should never be talked about in that way,” declared the actor Ben Affleck a year ago, after the release of Trump’s “locker room” exchange with Access Hollywood host Billy Bush in 2005. However, Affleck became “angry and saddened” about his mentor Weinstein’s record of assaulting and harassing women only after it was splashed all over The New Yorker. This was too much for Rose McGowan, apparently one of Weinstein’s many victims, who told Affleck to “f*** off” — whereupon other actresses claimed Affleck himself had groped them.

In my experience few things enrage ordinary Americans more than the hypocrisy of the liberal elites. No doubt Trump too could attribute his sexism to the fact that, in Weinstein’s words, “he came of age in the 1960s and 1970s when all the rules about behaviour and workplaces were different”. But at least Trump does not pretend to be a feminist. Weinstein raised hundreds of thousands of dollars for Hillary Clinton’s campaign. In January he joined the anti-Trump Women’s March in Park City, Utah. In May he sat next to Clinton at a fundraiser for Planned Parenthood, America’s biggest provider of birth control products and procedures, including abortion.

“In Rome,” writes the brilliant Tom Holland in his book Rubicon: The Triumph and Tragedy of the Roman Republic, “censoriousness was the mirror image of a drooling appetite for lurid fantasy.” Yes, that does sound familiar.

No historian of my generation has done more to rekindle interest in ancient Rome than Holland, whose books have given me more pleasure than anything else I have read this year. In his telling, the republic dies too imperceptibly to be mourned. Superficially its decline was the result of recurrent civil war. But the underlying causes were the self-indulgence and social isolation of the Roman elite, the alienation of the plebeian masses, the political ascendancy of the generals and the opportunities all these trends created for demagogues. Reading Holland’s description of the libidinous orgies and extravagant cuisine of Baiae, the fabled Roman resort on the Gulf of Naples, it is impossible not to be reminded of present-day La La Land.

The founding fathers knew very well that the independent nation they proclaimed in 1776 might ultimately find itself in the Roman predicament. In particular, they feared the advent of a populist demagogue. As Alexander Hamilton warned in the first of The Federalist Papers, a “dangerous ambition . . . often lurks behind the specious mask of zeal for the rights of the people . . . Of those men who have overturned the liberties of republics, the greatest number have begun their career by paying an obsequious court to the people; commencing demagogues and ending tyrants.”

It was a theme Hamilton returned to in 1795. “It is only to consult the history of nations,” he wrote, “to perceive that every country, at all times, is cursed by the existence of men who, actuated by an irregular ambition, scruple nothing which they imagine will contribute to their own advancement and importance . . . in republics, fawning or turbulent demagogues, worshipping still the idol — power wherever placed . . . and trafficking in the weaknesses, vices, frailties or prejudices” of the people.

And Hamilton was, of all the founders, the one willing to give the office of the president the most power.

Last month, at a conference organised by the former secretary of state George Shultz, the historian David Kennedy presented a magisterial paper on the history of the presidency that left me more pessimistic than I have felt in a long time. As Kennedy pointed out, the presidency has over time become a lot more powerful and “plebiscitary” than was intended by the framers of the 1787 constitution, with its ingenious system of checks and balances.

Congress was meant to be the dominant branch of government. But from 1832 candidates were chosen by the nominating conventions of parties. From the 1880s progressives pressed for reform of what Woodrow Wilson disparagingly called “congressional government”. The 1900s saw the first presidential programmes — the Square Deal, the New Deal, the Fair Deal — sold to the public through newspapers and later radio and television. The 1960s brought presidential primaries and caucuses. With the advent of the internet the system took a further step down the road to direct plebiscitary presidential rule. The result was President Trump, king of the Twitter trolls.

Imperceptibly, the foundations of the republic have corroded. In Rome no one quite noticed that Octavian — or Augustus as he was renamed in 27BC — was becoming an emperor, for the outward forms of republican governance endured. Yet the symptoms of corrosion were all around, not least in the decadence of the Roman elite.

I have never been persuaded by those who fear an American fascism in the style of Sinclair Lewis’s It Can’t Happen Here. None of the protagonists in today’s American drama would look well in a brown shirt, jackboots and tight breeches. But togas? I can’t imagine a garment better suited to Weinstein and the president-emperor he both reviles and resembles.

https://www.thetimes.co.uk/edition/comment/fetch-the-purple-toga-emperor-trump-is-here-f0rcbd20m
Trump doubles down:


A sorte dos americanos é que o Trump é demasiado incompetente para conseguir ser um ditador... Não é por falta de vontade.

É claro que Trump está-se a exceder  , mas isto não passa claro de retorica , ele está claramente farto de ter estes media todos os dias a morder-lhe as canelas , é tambem um claro exagero e refugiam-se na liberdade de imprensa para fazer o que querem , mesmo tratando-se de puro bullying como é o caso.

Uma boa imprensa é boa para a democracia , já o inverso tambem é verdade , arranjar forma de regular a imprensa quando a mesma não se auto-regula seria o ideal , mas é uma situação complicada.
« Última modificação: Outubro 15, 2017, 15:47 pm por Green Lion 1906 »
Trump doubles down:


A sorte dos americanos é que o Trump é demasiado incompetente para conseguir ser um ditador... Não é por falta de vontade.

É claro que Trump está-se a exceder  , mas isto não passa claro de retorica , ele está claramente farto de ter estes media todos os dias a morder-lhe as canelas , é tambem um claro exagero e refugiam-se na liberdade de imprensa para fazer o que querem , mesmo tratando-se de puro bullying como é o caso.

Uma boa imprensa é boa para a democracia , já o inverso tambem é verdade , arranjar forma de regular a imprensa quando a mesma não se auto-regula seria o ideal , mas é uma situação complicada.

Que é retórica sei eu, mas não é por falta de vontade que não passa à acção. É mesmo por falta de competência e/ou algum controle por parte dos Kellys e dos Mattis lá da Casa Branca.

Queixarem-se de "puro bullying" tendo o Trump como vítima só pode ser piada, quando ele é o maior bully da política americana, fartando-se de ameaçar e arranjar alcunhas insultuosas para toda a gente que o critique.
Queixarem-se de má imprensa tendo o Trump como vítima também só pode ser piada, quando ele passa a vida a fazer publicidade a programas como Fox and Friends and Sean Hannity. Isso é que é boa imprensa?!
Trump doubles down:


A sorte dos americanos é que o Trump é demasiado incompetente para conseguir ser um ditador... Não é por falta de vontade.

É claro que Trump está-se a exceder  , mas isto não passa claro de retorica , ele está claramente farto de ter estes media todos os dias a morder-lhe as canelas , é tambem um claro exagero e refugiam-se na liberdade de imprensa para fazer o que querem , mesmo tratando-se de puro bullying como é o caso.

Uma boa imprensa é boa para a democracia , já o inverso tambem é verdade , arranjar forma de regular a imprensa quando a mesma não se auto-regula seria o ideal , mas é uma situação complicada.

Que é retórica sei eu, mas não é por falta de vontade que não passa à acção. É mesmo por falta de competência e/ou algum controle por parte dos Kellys e dos Mattis lá da Casa Branca.

Queixarem-se de "puro bullying" tendo o Trump como vítima só pode ser piada, quando ele é o maior bully da política americana, fartando-se de ameaçar e arranjar alcunhas insultuosas para toda a gente que o critique.
Queixarem-se de má imprensa tendo o Trump como vítima também só pode ser piada, quando ele passa a vida a fazer publicidade a programas como Fox and Friends and Sean Hannity. Isso é que é boa imprensa?!

Ele é claramente um bully , um provocador , mas o comportamento dos media americanos em relação a ele é claramente excessivo , é toxico mesmo.
Ele é claramente um bully , um provocador , mas o comportamento dos media americanos em relação a ele é claramente excessivo , é toxico mesmo.

Nada de novo. O Obama também sofreu bastante com os média de direita (Fox à cabeça). A diferença é que o Trump (e a sua administração) dá-lhes material quase a cada hora.
Aparentemente a Áustria vai virar à direita.
Está-se a formar uma parede aos refugiados naquela região: República Checa, Polónia, Áustria e Hungria.
Chat shit get banged.
Aparentemente a Áustria vai virar à direita.
Está-se a formar uma parede aos refugiados naquela região: República Checa, Polónia, Áustria e Hungria.

Virar e não pouco. Já as últimas presidenciais na Áustria indiciavam isto, a Europa respirou de alívio (na Áustria, por razões históricas, é particularmente preocupante; fora o domino effect) mas não mudou um milímetro.
O que se irá reeditar, será o mesmo que quando Jorg Haider integrou o executivo, e levou até a sanções se não me engano. Face ao panorama Europeu, existem bem mais razões para preocupação agora.
"If you can survive disappointment, nothing can beat you."